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Colunistas


Bolsonaro, 2019!!!

Terça-Feira, 18/12/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Os brasileiros estão otimistas em relação ao futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e alimentam expectativas positivas sobre a sua gestão, informou pesquisa CNI/Ibope. Segundo a sondagem do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, 75 por cento dos brasileiros acreditam que o presidente eleito e sua equipe estão “no caminho certo”, enquanto apenas 14 por cento acham que ele e seus indicados estão no “caminho errado”.


A pesquisa também identificou que cerca de dois terços dos brasileiros 64 por cento têm a expectativa de que o próximo governo será “ótimo” ou “bom”. Outros 18 por cento afirmam que o governo Bolsonaro será regular, 14 por cento acreditam que será “ruim” ou “péssimo”, e 4 por cento não responderam. Segundo o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, é comum que um presidente eleito conte com um “voto de confiança” no início de seu governo, mesmo entre eleitores que votaram em outros candidatos.“Após a eleição de um novo presidente, você tem uma onda de expectativa maior. Mesmo entre aqueles que não votaram no presidente, mas que também não são totalmente contra”, avaliou Fonseca.


Em entrevista no último domingo, dia 16 de dezembro, o presidente eleito Jair Bolsonaro, creditou a boa avaliação ao nível dos ministros escolhidos. “É um reflexo, com toda a certeza, do bom ministério escolhido. Sem o critério político. Então isso aí dá uma esperança no povo que algo diferente vai acontecer”. Desde a sua eleição o Presidente eleito Jair Bolsonaro, gerou algumas polêmicas, em razão de seus pronunciamentos, das falas de seus filhos ou de ministros indicados para ministérios. O fato é que a realidade se impõe, e governar é será diferente de fazer campanha ou estar em um governo de transição.


Neste momento seria importante fazer profundas reflexões, sobre o futuro governo e o que reserva 2019, ser escutado ou lido talvez, não será possível em razão das expectativas futuras criadas a partir dos resultados das eleições. Mas gostaria de chamar a atenção para dois aspectos que poderão afetar nossa cidade e região, caso nossa diplomacia aja de fato conforme os dias avançam e o noticiário diário é publicado:a partir do atrelamento acrítico e automático aos Estados Unidos, a contrariedade da China, do mundo árabe, da Europa e do Mercosul;


Nas últimas duas décadas, a China se tornou o maior parceiro comercial brasileiro, superando os Estados Unidos da América (EUA). Em 2000, a China representava somente 2% das exportações e 2% das importações brasileiras. Neste ano, serão 27% das exportações e 20% das importações. Em 2000, os EUA representavam 24% das exportações e 23% das importações brasileiras. Em 2018, serão somente 12% das exportações e 16% importações. A China representa um saldo positivo de aproximadamente 30 bilhões de reais. Portanto, a pergunta que fica é se a China aceitará passivamente a guinda da política externa brasileira? A mudança da embaixada do Brasil de TelAviv para Jerusalém terá impacto no mercado de carnes do Brasil? Os países árabes são responsáveis por 49%por nossas exportações de carne. As respostas somente serão descobertasno decorrer de 2019.


Para o Professor Carlos Melo, “a boa política aconselha avaliar o campo, perceber as circunstâncias, considerar os perigos e medir as consequências de cada passo, de cada revés. A contenção nem sempre é resultado de imperativos éticos, espírito democrático ou tolerância. Normalmente, é cálculo pragmático: saber a força do inimigo e, mais, os limites da própria força é uma arte. Só vira a mesa quem tem força para isso”. Diante do otimismo que toma conta de nosso país, e por todas as análises feitas, acredito fortemente que possamos virar a chave definitivamente da crise econômica, e retomarmos um ciclo virtuoso de crescimento econômico. Torço por Bolsonaro, assim como no sucesso, o insucesso dele será creditado ou debitado na vida de todo o povo brasileiro.




Competitividade: sem reformas não seremos competitivos

Terça-Feira, 04/12/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Em 2018, o Brasil ganha uma posição ocupando agora a 60ª colocação dentre as 63 nações avaliadas no Anuário de Competitividade Mundial 2017 (World CompetitivenessYearbook – WCY). Completando sua 30ª edição no ano de 2018, o estudo é publicado pelo IMD (InternationalInstitute for Management Development), com sede na Suíça, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). Os Estados Unidos retornam ao topo do ranking, posto que no ano de 2017 foi ocupado por Hong Kong, atualmente na 2ª posição. Como destaque positivo o relatório de 2018 evidencia o crescimento competitivo da China que ganha 5 posições, alçando o posto de 13º lugar.


Celebrando 30 edições desde sua primeira publicação, em 1989, o IMD chama atenção para países que se destacaram ao longo dos anos seja positiva ou negativamente. À época em que o Goldman Sachs publicou o seu famoso relatório ‘DreamingwithBrics: The path to 2050’, a China ocupava apenas a 26ª posição. Em 2018, fruto de reformas institucionais e estruturais e de uma consistente política de desenvolvimento humano e tecnológico, o país chega à 13ª posição.

 

O Brasil, por outro lado, citado pelo IMD como “um país que atraiu muita atenção devido ao seu tamanho e potencial econômico” ocupava em 2001 a 40ª posição e chega a 2018 no 60ª lugar. Os outros BRICS – Rússia e Índia também não avançaram de maneira significativa em 2018. A Rússia ocupa a 45ª posição tendo caído do 38º lugar, sua melhor posição em 2014. A Índia e África do Sul tem se mantido estáveis ao longo dos anos e, em 2018, aparecem na 44ª (depois de ter chegado ao 41º lugar em 2016) e 53a posição respectivamente.


Outros países com posições destacadas ao longo das 30 edições do anuário são o Japão e os EUA. O Japão, que ocupava o 1º lugar na primeira edição do relatório em 1989, caiu para a 24ª posição em 1998 fruto da estagnação da economia e o colapso dos preços dos ativos na chamada década perdida. Na década seguinte o Japão volta a ganhar posições chegando ao 17º lugar em 2008, posições que foram perdidas ao longo dos últimos dez anos chegando em 2018 no 25º lugar. Para o Brasil, o fator eficiência de governo é composto por cinco subfatores: finanças públicas, política fiscal, estrutura institucional, legislação de negócios e estrutura social. Todos estes subfatores se mantiveram estáveis em 2018, exceto o fator legislação dos negócios que perdeu uma posição. Mas o que caracteriza este fator em praticamente todas as variáveis analisadas é o fato que o Brasil se posiciona entre os piores países do mundo.


Em um ambiente político turbulento, o foco se volta para as decisões e manobras judiciais e para as denúncias sobre corrupção. As reformas necessárias como no sistema previdenciário foram adiadas e as ações firmes de controle dos gastos públicos e investimentos estruturais ficaram para o próximo governo. Os destaques no ano foram a reforma trabalhista que ainda não resultou em impactos positivos como já destacamos, e a confiança da comunidade empresarial nas decisões de corte de juros tomadas pelo Banco Central. Como o ruim pode ficar ainda pior, os indicadores de eficiência nos gastos públicos colocaram o país na última posição no indicador de gastos gerais do governo em relação ao PIB (74%), na posição 56 no indicador de crescimento da divida publica (8,48%) ambos com perda de 15 posições em um único ano.


Nota-se no dia a dia da sociedade e no meio empresarial, a retomada das expectativas positivas quanto ao futuro do Brasil. Deve-se observar que, as expectativas somente tornar-se-ão realidade na medida em que ficar claro a agenda de reformas do país, que deverá ser apresentada pelo Governo do Presidente Eleito Jair Bolsonaro. Tal agenda somente ficará clara em meados de fevereiro de 2019, antes será especulação.


É importante lembrar que a eleição de Bolsonaro, não foi uma eleição de pauta econômica. Se a discussão da “escola sem partido”, dominar o debate político, as reformas econômicas não irão prosperar. A sua eleição se deveu há uma série de fatores, pautas morais, de valores, contra a corrupção e por políticas de segurança efetivas. Vamos aguardar, e que venha 2019, com grandes e positivas mudanças. Somente com elas, as reformas o Brasil será uma nação mais competitiva.




Economia versus política

Terça-Feira, 20/11/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

James Carville, estrategista eleitoral escreveu em um cartaz pendurado na sede da campanha de Bill Clinton, no ano de 1992, a seguinte frase: It’s the economy, stupid! Traduzindo, É a economia, estúpido! Essa frase tornou-se referência para 10 em cada 10 campanhas eleitorais no mundo todo. Era o ano de 1992, as eleições americanas iniciavam o candidato a reeleição era George Busch, o pai, era o favorito. Naquele momento da política americana, o patriotismo estava forte entre os americanos, o fim da guerra fria e o sucesso da Guerra do Golfo alavancavam a reeleição.


O milagre brasileiro nos ano 70 criado por Delfim Neto, propiciou um crescimento de 14% no Produto Interno Bruto (PIB) em um único ano, “fazer o bolo crescer, para depois repartir” era a frase cunhada por Delfim Neto para explicar o contexto da época. Mas com o choque do petróleo o mundo inteiro e o Brasil entraram em colapso, pois o país crescia, tal crescimento era dependente da importação de petróleo para crescer, teve uma grande desaceleração, pois importar ficou muito caro. A inflação aumentou, os investimentos desapareceram junto com o apoio popular.


O General Figueiredo, deu, teve que iniciar a transição para um governo civil, o colapso da economia, originada pela crise do petróleo e da dívida externa acelerou o processo. Na eleição do colégio eleitoral, disputavam Maluf e Tancredo, sagrou-se vencedor Tancredo Neves. Quis o destino que Tancredo não pudesse assumir e o seu vice acabou por ser o Presidente da época, Sarney, sem legitimidade popular necessitou construir sua marca de governo. No ano de 1986 criou o plano cruzado, onde aplicou um congelamento de preços e a criação de uma nova moeda. Sarney que apoiou o militares até o último momento alcançou uma popularidade de 80% do povo brasileiro. Nesse período o PMDB fez vinte e dois governadores em vinte e três possíveis e fez a maioria dentre os 49 senadores eleitos, 487 deputados federais e o maior número dos 953 deputados estaduais. Pela primeira vez na história o Distrito Federal elegeu sua representação política (TSE). 


Passadas as eleições, a inflação virou hiperinflação e o povo que se dizia “fiscal do Sarney” desapareceu. Resultado o Presidente Sarney, entregou a Presidência da República para Collor com uma aprovação ridícula. Primeiro Presidente eleito pelo voto popular após a ditadura, Collor, entregou o Ministério da Fazenda para a Ministra Zélia Cardoso de Mello. Implantou uma política econômica recessiva, confiscou a poupança com o objetivo de cortar o consumo e recompor as reservas. Eleito por um partido pequeno, na época o PRN, abriu as fronteiras do Brasil para a importação, de Hardware e declarou que os carros brasileiros eram umas carroças, rompendo com Autolatina naquele momento, evitou o balcão de negociação com o Congresso Nacional e deu início a era das privatizações. Resultado: acabou cassado por ter comprado uma FIAT ELBA com sobras de campanha.


A eleição do Presidente Jair Bolsonaro, sustentou-se basicamente em três grandes pontos: soube criticar o sistema política, sua eleição para a maioria da população significa uma virada de mesa, mesmo estando deputado federal por 28 anos; afirmou que lutaria permanentemente contra a corrupção, basta ver a indicação do ex-juíz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça; com uma linha de comunicação eficiente soube se conectar ao entendimento popular de que seria capaz de formular e colocar em prática uma política de segurança eficaz.


Faz necessário reconhecer que os Ministérios da Economia e da Justiça serão ocupados por técnicos, considerados por muitos alguns dos melhores quadros do nosso país. Porém, não podemos esquecer que para os projetos avançarem e as reformar acontecerem será necessário muita política. Afinal, foi a política que nos colocou nessa situação e, somente a política será capaz de nos tirar do quadro da paralisia econômica em que estamos.




A Petrobrás é brasileira?

Terça-Feira, 06/11/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

A Petróleo Brasil S/A (Petrobras) foi criada no dia 3 de outubro de 1953, pelo então presidente Getúlio Vargas, tendo como principal objetivo a exploração petrolífera no Brasil em prol da União, impulsionado pela campanha popular iniciada em 1946, cujo slogan era “o petróleo é nosso”. Em 6 de agosto de 1997, foi promulgada a Lei nº 9.478, que passou a ser conhecida como a nova "Lei do Petróleo". Ao enviar ao Congresso Nacional o projeto de lei propondo a criação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o governo de Fernando Henrique Cardoso teve por objetivo criar uma agência executiva que regulasse o funcionamento de todo o setor petróleo, inclusive as concessões para a exploração.


Pelos dispositivos legais da nova lei, foi reafirmado o monopólio da União sobre os depósitos de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, abrindo, portanto, o mercado para outras empresas competirem com a Petrobras. O governo Lula não abriu mão da perspectiva de transformar a Petrobras em uma efetiva ferramenta para o desenvolvimento de políticas econômicas e industriais do Estado Brasileiro. A fixação do objetivo de alcance da autossuficiência serviu como linha de condução das decisões gerenciais da empresa, ao mesmo tempo em que favoreceu a estabilização dos preços internos de derivados do petróleo e contribuiu significativamente para o incremento da produção industrial (através da fixação das políticas de nacionalização das encomendas de navios e plataformas).



Neste momento renasce o pólo naval no Brasil, com reflexos diretos no Rio Grande do Sul, na cidade de Rio Grande com a abertura de novos estaleiros para produzir navios e plataformas para a Petrobras, anteriormente nossas plataformas vinham do continente asiático, por serem mais atrativas em termos de custos, mas que não geravam empregos no Brasil. Em 2006, foi anunciado que o país tinha se tornado autossuficiente na produção de petróleo bruto, segundo a Presidente da Petrobras Graça Foster nunca houve autossuficiência em derivados. Para a ANP, essa autossuficiência foi perdida porque o consumo de derivados aumentou em 200 mil barris por dia.


Por outro lado, o país continuaria a importar o produto, pois a maior parte de nossas refinarias, construídas ainda na década de 1970, está capacitada para processar apenas petróleo leve, enquanto que a maior parte da produção nacional é de óleo pesado. A autossuficiência na produção de petróleo não se refletiu nos preços estampados nas bombas de gasolina do país, como desejariam os consumidores. Isto porque a política de preços que vem sendo aplicada pela empresa tem por diretriz manter os preços dos combustíveis atrelados ao câmbio e aos preços internacionais, de modo a poder garantir os recursos necessários à contínua ampliação da produção interna.


Graças a política de preços implementada no Governo Temer, por meio do ex-Presidente Pedro Parente de reajustes diários, a estatal voltou a gerar caixa com isso passou a ter lucros, os acordos de leniência nos Estados Unidos, permitiram o retorno das negociações em bolsa e o fim das disputas na justiça. A atual composição acionária da Petrobras em percentuais totais está assim composta: Bndes Participações – Bndespar 8,37%; Caixa Econômica Federal 2,31%; Fundo de Participação Social Do Fundo Pis Pasep - Fps 0,05%;Caixa Previdência Funcionários Do Banco Do Brasil - Previ 2,50%; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – Bndes 6,87%; União Federal 28,68%; Outros 51,23%. Destaca-se que a União Federal, possui 50,26% das ações com direito a votos e Outros que são investidores nacionais e internacionais 71,17% das ações preferenciais que dão prioridade ao lucro.


Cabe destacar que o Brasil é exportador de petróleo bruto e importador de combustível. Existe uma grande questão que a Sociedade precisa refletir e definir de fato qual o caminho ou a estratégia a ser definida pela companhia: a Petrobras deve servir ao desenvolvimento nacional e ao seu povo ou, o povo deverá servir para a Petrobras, no sentindo de pagar preço em dólares dos combustíveis? Ainda espero poder ver qual será ou se será o caminho que a sociedade irá definir.




Precisamos ser competitivos

Terça-Feira, 23/10/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

O Brasil caiu três posições no ranking que avalia a competitividade de 140 países, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Fundação Dom Cabral. O Brasil se mantém entre os países com baixa capacidade de sustentar o crescimento e promover a melhoria das condições de vida da sua população ficando na 72ª posição no novo índice de competitividade internacional. Em 2018, na celebração do 40º aniversário do relatório internacional de competitividade, o Fórum Econômico Mundial (WEF) promoveu uma mudança significativa na metodologia que avalia as condições competitivas de 140 países.


Na nova metodologia fatores como inovação, flexibilidade e capacidade de se adaptar às mudanças passam a ser determinantes para a competitividade de um país. A equipe do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral parceira do WEF desde 1996 analisa estas alterações metodológicas assim como seu impacto para as estratégias e políticas publicas necessárias para alavancar a capacidade competitiva do Brasil a partir de 2019.


Apesar das mudanças metodológicas os países que lideram o ranking se mantêm os mesmos com algumas pequenas mudanças de posição entre os 10 primeiro colocados. Estes países se destacam não apenas na pontuação geral, mas também a capacidade do seu capital humano (90,7 pontos) e a estabilidade de suas economias (91,8 pontos).


Na nova metodologia a liderança do ranking passa a ser ocupada pelos Estados Unidos, seguido por Singapura e Alemanha, países que ocupam posições de destaque nos rankings de competitividade independentemente das metodologias utilizadas.
Os EUA se destacam com 85,6% pontos ficando em primeiro lugar em 3 dos 12 pilares pesquisados: Dinamismo empresarial (94,1 pontos), Sistema financeiro (92.1) e Mercado de trabalho (81,9). Segundo lugar nos pilares de Tamanho do mercado, perdendo apenas para a China, e Ecossistema de inovação, atrás apenas da Alemanha.


Na nova metodologia de avaliação da competitividade global o Brasil aparece na 72º posição no ranking mundial, perdendo três posições em relação a 2017. Apesar de ser a maior economia da América do Sul o potencial de competitividade do país persiste subexplorado o que pode ser observado no gráfico abaixo o qual compara a situação brasileira nos doze pilares com os Estados Unidos da América, melhor colocado no ranking geral, e com o Chile melhor colocado na américa latina (33º).


O Brasil chega este ano o 40º lugar mundial na capacidade de inovar (47,8 pontos), o que se deve a qualidade de seus institutos de pesquisas (14º lugar com 57,26 pontos), um elevado número de publicações (23º lugar com 91,2 pontos) e um gasto percentual do PIB elevado com pesquisa e desenvolvimento (33º lugar com 38,9 pontos).


Apesar de acompanhar os indicadores latino?americanos, o país carece de uma política direcionada à competitividade e a sua preparação para a nova realidade econômica e tecnológica. Os piores indicadores do país ainda se referem à funcionalidade de suas instituições, às infraestruturas e ao marco regulatório que rege as atividades produtivas e o trabalho.


Há uma clara estagnação desses pilares. De forma ainda mais crítica, o país envolto em um ambiente politico e econômico estagnante não tem dedicado recursos e energia para promover o desenvolvimento da sua força de trabalho de forma compatível com as demandas deste século, nem investido em tecnologias, empreendedorismo e inovação nos níveis compatíveis com o que está acontecendo no resto do mundo e com a necessidade do país e de sua população que busca oportunidades de crescido e de melhoria das suas condições de vida para as gerações presentes e futuras.






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