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Colunistas


COMPLIANCE: os cidadãos e as empresas

Terça-Feira, 16/05/2017 às 08:00, por Adriano José da Silva

Com a promulgação da Lei Anti Corrupção em2014 e os recentes escândalos de grandescorporações, o ambiente de controle emonitoramento das organizações ganhoumaior atenção no cenário nacional, obtendonova abordagem e, para muitas organizações,uma nova roupagem. Estar em conformidade com as exigênciasregulatórias, normas e políticas internas implicadiretamente na longevidade da instituição, os processos de compliance apresentam-se comoferramentas fundamentais para a criação deum ambiente corporativo confiável,fortalecendo seus aspectos tangíveis eintangíveis.

Diante desse novo cenário as empresas têm o desafio de enfrentar diversas mudanças regulatórias e de negócios, as quais estão atribuindo novas exigências à área de Compliance. O ritmo das mudanças regulatórias e a convergência da regulamentação global, atrelados à concorrência de novas empresas, ao aumento da pressão dos stakeholders e shareholders e ao rápido avanço tecnológico criaram um ambiente complexo para os ComplianceOfficers em todas as indústrias. Além deste desafio está o risco dos danos à reputação e sanções financeiras significativas que frequentemente acompanham as falhas de compliance.

Para algumas empresas, os custos de compliance e riscos inerentes ditaram mudanças significativas nas operações de negócios. Atualmente os executivos estão vendo o compliance como um investimento e não como simplesmente um custo. Antecipar riscos e atender às exigências normativas tornam o compliance cada vez mais integrado aos objetivos estratégicos das empresas. Essas mudanças também aumentaram a importância e a autoridade do diretor de Compliance (CCO – ChiefCompliance Officer) e elevaram a importância de uma governança eficaz, gestão de riscos proativa e necessidade de melhoria contínua de compliance. Os CCOs estão no centro de uma estrutura de compliance que exige a capacidade de trabalhar em todas as funções e fornece uma oportunidade de olhar a amplitude dos riscos enfrentados pelas empresas.

Isso significa que a área de Compliance deve estar idealmente integrada em toda a empresa e posicionada para contribuir com as decisões de negócios e se adaptar rapidamente às constantes mudanças inerentes ao negócio. Com uma maior integração e agilidade, os líderes de compliance podem tomar medidas imediatas para melhorar a efetividade e eficiência de compliance.

Uma estrutura de compliance engloba vários componentes que contribuem na prevenção, detecção e resposta nas três "linhas de defesa". Em uma estrutura de compliance, os responsáveis pelos processos de negócios são a primeira linha de defesa, as funções de compliance e de gestão de riscos centralizada são a segunda linha de defesa e a auditoria interna é a terceira linha. Cada linha desempenha um papel importante na estrutura e governança de Compliance. O modelo de três linhas de defesa ajuda as empresas a promover a agilidade de compliance, identificar riscos emergentes e esclarecer os pontos fortes e fracos do Programa de Compliance.

Vivemos no Brasil nos últimos três anos em meio aos escândalos bilionários de corrupção que não param de emergir, é compreensível a revolta da população e a impressão de que se eliminássemos a corrupção, os outros problemas brasileiros desapareceriam.

Para reduzir a corrupção e até mesmo sonhar com sua eliminação, faz-se necessário uma grande mobilização para que os corruptos sejam exemplarmente punidos. É imperioso que as empresas adotem novas ferramentas de gestão e estruturas de governança. Os corruptos e os corruptores sempre estarão organizados para que isto não aconteça. Além disso, se a corrupção for eliminada, os demais problemas brasileiros serão reduzidos, mas nenhum deles será eliminado. Temos de trabalhar para resolver cada um deles também.

Finalizo com o questionamento do economista Ricardo Amorim: sabendo que as mudanças não vão acontecer se não mudarmos também, fica a pergunta: você quer mudanças, mas está disposto a mudar? 




Labirinto

Terça-Feira, 18/04/2017 às 08:00, por Adriano José da Silva

Na semana derradeira em que estamos, parece que nos encontramos no final do labirinto. Labirinto esse que não tem portas, janelas, corredores, frestas, nenhum espaço em que é permitido o ingresso da luz, de vozes e de paz, o que move o Brasil no campo da política é o ditado popular “matar ou morrer”.

O ambiente político e econômico no Brasil encontra-se carregado, a economia travada, o povo anda triste, angustiado, pois faltam lideranças e criatividade, falta autocritica e falta uma agenda para o Brasil. Sobram o excesso de conflito e a esperança de que Operação Lava Jato não será contida.

Causa calafrios em um momento de estrangulamento político, quando a voz do Deputado Federal Paulo Maluf é algodão em cristais, dizendo “estou fora do mensalão, fora do petrolão, fora da Lava Jato, não estou no Panama Papers e votei a favor do impeachment”. Agora, saí da lista vermelha da Interpol. Só falta o papa Francisco me canonizar''.

De acordo com os Professores Carlos Melo e Milton Seligman do INSPER, “não há capacidade política para construir o entendimento: pelo contrário, as principais figuras da República deixam-se levar por interesses pessoais e se quedam vítimas da própria miopia; escorregam na retórica, agravam a situação e aprofundam o dissenso”.

Parece-me que a única certeza que temos e um longo período de transição. Transição essa que levará tempo, onde as regras institucionais deverão prevalecer, os canais de diálogos necessitam serem desobstruídos, os partidos políticos refundados e seus quadros políticos renovados, a sociedade mais atuante ora criticando, ora aplaudindo, a busca da renovação do congresso nacional e o respeito ao ser humano irão compor um caminho de menos insegurança e somente assim será possível encontrar uma saída para o labirinto no qual nos encontramos.

A certeza é a de que a frase “eu não sabia” passará à história como a frase-lema do Brasil pós-ditadura. Será lembrada quando, no futuro, quiserem recordar a época em que o país era regido pela propaganda midiática. Nem Dilma, PT e Lula, nem Temer, PMDB, Cunha e Renan, poderão dizer a partir do dia 17 de abril a frase “eu não sabia”.

Por sua vez no campo da economia o cenário ainda é incerto, para o Economista Marcos Lisboa Diretor Presidente do Insper, “ as despesas no Brasil crescem por dois motivos principais. Primeiro, por causa das regras de vinculação da despesa pública. À medida que o país cresce, aumentam as despesas com educação, saúde e vários outros programas. Quando o país para de crescer, não é possível reduzir essa despesa. Na média, portanto, essas despesas crescem acima do PIB.

O segundo motivo para o Economista é por causa do envelhecimento do Brasil. Hoje a população em idade para se aposentar cresce quatro vezes mais rápido que a população em idade para trabalhar.

Isso é agravado pelas regras que permitem que pessoas jovens se aposentem. É bom enfatizar: a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição é 53 anos para mulheres e 54 para os homens. “Outros países elevaram essa idade mínima para 60, 65 anos e até mais”.

Como sair do labirinto? Essa resposta é difícil de encontrar, o fato é que para cavar uma crise dessa proporção no Brasil tem que ser muito incompetente, parece-me que somente sairemos dela no longo prazo, desde que medidas duras sejam tomadas e a verdade sobre da real situação do país, sejam expostas de forma clara e objetiva para que o conjunto da sociedade possa manifestar-se de maneira clara e objetiva deixando as paixões políticas partidárias para depois.

O Brasil quer respostas, o Brasil e o povo brasileiro precisam de uma nova agenda. A hora de verdade chegou.




Indústria 4.0

Quinta-Feira, 15/12/2016 às 10:25, por Adriano José da Silva


As empresas líderes estão digitizando áreas essenciais ao longo de suas cadeias vertical (de processos operacionais) e horizontal (com parceiros). Além disso, estão aumentando seu portfólio de produtos com funcionalidades digitais e introduzindo serviços inovadores baseados em dados. As empresas, tanto no Brasil como globalmente, preveem um aumento drástico dos seus níveis de digitização. Atualmente, apenas 9% das empresas brasileiras se classificam como avançadas em níveis de digitização, mas em 2020 esse percentual deve saltar para 72%. Para explicar essas mudanças, têm-se usado termos como internet industrial ou fábrica digital. Neste relatório, porém, optamos por usar “indústria 4.0” como uma abreviação para descrever o rumo que as indústrias estão tomando no sentido de transformar completamente a cadeia de valor.
No fim desse processo de transformação, as empresas bem-sucedidas se tornarão verdadeiramente digitais, com produtos físicos em seu núcleo, potencializados por interfaces digitais e serviços inovadores baseados em dados. Essas empresas digitais trabalharão em conjunto com os clientes e fornecedores em ecossistemas digitais industriais.
Esse desenvolvimento vai mudar fundamentalmente cada empresa e também a dinâmica do mercado. Isso ocorrerá em todo o mundo, tanto em países desenvolvidos quanto emergentes. Aqui estão os principais fatores que direcionam a mudança: aumento da receita digital - a maioria das empresas brasileiras prevê aumento de mais de 10% em sua receita anual com a digitização. Empresas do mundo todo esperam US$ 493 bilhões de receita adicional. Redução significativa de custos, tecnologias digitais permitem prazos de entrega menores, melhor utilização dos ativos e qualidade máxima dos produtos.
Graças a isso, as reduções de custo são consideráveis. Praticamente dois terços das empresas brasileiras vão reduzir, em custos, mais de 10% de sua receita. Para as empresas globais, a economia chega a US$ 421 bilhões de dólares por ano. Enquanto a indústria 3.0 focava na automação individual de máquinas e processos, a indústria 4.0 foca na digitização end-to-end de todos os ativos físicos e na integração de ecossistemas digitais com parceiros da cadeia de valor. As atividades de gerar, analisar e comunicar dados sustentam os ganhos prometidos pela indústria 4.0, que engloba diversas novas tecnologias para criar valor.
A Pesquisa Global indústria 4.0: Relatório Brasil, realizada pela PricewaterhouseCoopers Brasil, acredita que a indústria 4.0 é impulsionada por: Digitização e integração das cadeias de valor vertical e horizontal A indústria 4.0 digitiza e integra processos verticalmente em toda a organização, desde o desenvolvimento e a compra de produtos, até fabricação, logística e serviços. Todos os dados de processos de operações, eficiência dos processos e gestão da qualidade, bem como o planejamento de operações, estão disponíveis em tempo real, otimizados em uma rede integrada.
Digitização de produtos e ofertas de serviços: digitização de produtos inclui a expansão dos produtos existentes; por exemplo, adicionando sensores inteligentes ou dispositivos de comunicação que podem ser usados com ferramentas de análise de dados, bem como a criação de novos produtos digitizados, com foco em soluções completamente integradas.
Por Modelos de negócios digitais e acesso de cliente: as empresas líderes também expandem suas ofertas, fornecendo soluções digitais inovadoras, como serviços completos e orientados a dados, e soluções de plataforma integrada.
Por fim o estudo demonstra alguns dados interessantes para empresas que trabalham nesse segmento e para as empresas que ainda não incorporaram a digitização: 93% das empresas no Brasil, acreditam que, em 5 anos, dados serão essenciais para tomada de decisões; 72% esperam ter nível avançado de digitização, em 5 anos; 69% pretendem desenvolver novos produtos ou serviços digitais no futuro. Para Sergio Alexandre Simões Líder de Digital da PWC “com as tecnologias digitais tornando-se commodities rapidamente, o sucesso depende de como os líderes conduzem e comunicam a transformação, além da qualificação dos funcionários para implementar produtos e serviços digitais. Grandes transformações normalmente não são confortáveis para as pessoas; portanto, o trabalho de gestão da mudança nessas empresas será essencial”.

Adriano José da Silva
Coordenador da IMED Business School




Do Armagedom ao Renascimento

Sexta-Feira, 09/12/2016 às 10:00, por Adriano José da Silva

 

O Filme Armagedom, estrelado em 1998. A história do filme se deu após uma chuva de pequenos meteoros que atingem a Terra (incluindo Nova York), a NASA se dá conta de que um asteroide do tamanho do Texas está em um curso de colisão com o nosso planeta. O asteroide se aproxima da Terra à uma velocidade 35.000km/h. e, se o choque acontecer, qualquer forma de vida deixará de existir na Terra, exatamente como o que exterminou os dinossauros 65 milhões de anos atrás. Restando apenas 18 dias para o choque entre a Terra e o asteroide, a única solução possível é enviar astronautas em um ônibus espacial até a superfície do asteroide e lá perfurar 800 pés para colocar uma bomba nuclear, detonando-a por controle remoto. Para cumprir tal missão é convocado o mais famoso perfurador de petróleo (Bruce Willis) a grandes profundidades do mundo, que exige formar sua equipe com técnicos que têm um comportamento nada convencional para os padrões do governo.
No Brasil, o Armagedom não é filme de ficção, é de ação pura, com histórias das mais divertidas e aterrorizantes: pornografia política; chantagem; corrupção; submissão; delações; conspirações. Nosso Armagedom tem como atores principais os políticos as facções partidárias e instabilidade econômica. Talvez nosso armagedom político possa ser explicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso onde o mesmo escreveu que “mudou o algoritmo que rege a política. Acabou a era da política elitista e demagógica. Agora, quem emposta a voz ou pretende esconder o jogo logo vira fake, quer dizer, falso. Antes, tudo se escondia, agora, nada passa despercebido. Conchavos, nem pensar. Para se impor e vencer eleições, não basta apresentar ou vender boas ideias, é necessário alinhar, conversar, convencer, respeitar, escutar. As orelhas andam mais importantes que a língua na política”.
Exigem-se novas formas de diálogo, em substituição às reuniões fechadas e aos tradicionais discursos onde um líder fala e a plateia escuta. Agora, munidos de ferramentas de comunicação extraordinárias todos querem falar, e mais ainda, querem ser ouvidos pelo mundo do poder. Goste-se ou não, é assim que está funcionando.
Novas mensagens inundam as redes sociais. Elas exprimem causas e angústias nem sempre facilmente ou rapidamente, percebidas pelo status quo. São demandas e desejos oriundos de distintos grupos sociais, proposições que não se restringem à “luta de classes” e não se enquadram na velha dicotomia “esquerda ou direita”: dependem também da definição positiva ou negativa das pessoas diante de causas e valores que se difundem na sociedade globalizada.
As pessoas reagem como tal, “pessoas”, que, sendo cidadãos, não se interessam apenas pelas reivindicações típicas das sociedades democráticas, como os direitos humanos e extensão da cidadania, mas abrangem a busca da liberdade para viver diversamente, com dignidade, na sociedade de consumo. Assim como no filme Armagedom, buscou-se os melhores homens para evitar uma tragédia no planeta terra. No Brasil para evitar o Armagedom econômico, foram conduzidos aos principais cargos do Ministério da Fazenda, Banco Central e demais autarquias e bancos públicos alguns dos melhores nomes no país em suas áreas de atuação.
Vivemos momentos de grandes turbulências políticas e econômicas no Brasil que afetam a vida de toda a sociedade, das famílias as empresas, do jovem ao idoso, das empresas públicas as empresas privadas, nossas instituições estão passando por um verdadeiro teste de stress. Diante desse cenário, temos duas opções: sentar e esperar ou se preparar para aproveitar as oportunidades após a crise. As empresas que possuem um planejamento de longo prazo alinhados com a missão, visão e valores estão sentindo a turbulência, mas, conseguem identificar as oportunidades que esse momento reserva.

Adriano José da Silva
Professor Coordenador da Escola de Administração da IMED




O custo da (IN) disciplina fiscal

Quinta-Feira, 01/12/2016 às 09:00, por Adriano José da Silva

 

Após o milagre econômico que abusou do fechamento da economia, intervindo diretamente no setor produtivo na proteção dos produtores brasileiros, o Brasil a partir dos anos 90 começa uma agenda de reformas, primeiro no Governo Collor, seguindo com mais intensidade com o Governo FHC.
Com o Plano Real, a inflação caiu rapidamente, de cerca de 900% em 1994 para menos de 15% em 1995. Aumentando o poder de compra da massa assalariada. Seguindo o Plano Real, outros avanços foram introduzidos, como as privatizações, regulação do sistema financeiro e corporativo, abertura da economia e o tripé macro que vigora até hoje.
Ainda no primeiro governo Lula, aprofundou-se as reformas no campo financeiro, no combate a pobreza, além de um incremento significativo no superávit primário que reforçou a disciplina fiscal e monetária, possibilitando o crescimento do crédito e aproveitando a fase do boom global, entre 2003 e 2008, entenda-se valorização das commodities.
Com a crise de 2008 do subprime americano, a agenda de reformas foi interrompida, passou-se ao conceito de políticas anticíclicas, ampliação de crédito consignado, redução de IPI sobre bens duráveis, ampliação dos prazos de financiamento.
Contribuiu muito para as incertezas quanto as expectativas do futuro do Brasil, os desafios políticos que o Brasil enfrentou no Governo da presidente Dilma Roussef, principalmente no seu segundo mandato, as agências de riscos internacionais capitaneadas pela Standard and Poor’s afirmavam em 2015 que teríamos um desequilíbrio fiscal “esse desafio “poderia significar 3 anos seguidos de déficit primário e aumento contínuo da dívida se os rendimentos subsequentes ou medidas de cortes de gastos não forem tomados”.
Estamos no final de 2016 e parece que essa previsão ao longo de 2016 se consolidou e assim será em 2017. Os impactos da indisciplina fiscal foi a perda do grau do investimento, e isso gerou um “efeito cascata” para a economia como aponta Alex Agostini. “O efeito cascata seria a menor geração de emprego, alguns desarranjos na política econômica. O mercado entende já que vão entrar menos dólares no Brasil e o preço sobe, que é o que está acontecendo agora. Então, os produtos importados ficam mais caros. Vai ficar mais caro para quem se utiliza de produtos de saúde, por exemplo, que é um setor que importa muito. O mesmo ocorre com máquinas e fertilizantes para o setor agrícola”, diz Agostini, explicando que a situação agravaria a inflação.
O economista também aponta que menos investimentos podem afetar o poder aquisitivo das pessoas. “Isso torna a vida do cidadão comum mais difícil para conseguir emprego ou amenta o risco de perder o emprego”, diz.
Agostini aponta que a perda do grau de investimento não impede que o país seja alvo de investimentos de empresas interessadas em abrir unidades no Brasil. Porém, a perspectiva de retorno para essas empresas é menor e, por isso, o volume de capital investido tende a diminuir. “A empresa que antes tinha uma perspectiva de retorno de 10% a 15% passa a ter expectativa menor. Isso porque, se ela investir aqui, dado que esse país vai receber menos recursos, o potencial de consumo do país diminui. Então, os produtos que a empresa iria ofertar no mercado não vão mais ter aquele preço, a quantidade não pode ser a mesma. Isso impacta no retorno esperado pela empresa e ela pode reduzir o volume incialmente previsto”, diz o especialista.
Mesmo com um cenário adverso de longo prazo é possível encontrar boas oportunidades de negócios. Para tanto o momento exige dos empresários, ousadia, capacidade de liderança em momentos de turbulência, equipes coesas, alinhadas e comprometidas com a estratégia das empresas.

Adriano José da Silva
Professor Coordenador Escola de Administração IMED




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