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Colunistas


O estado perdulário na miséria

Quinta-Feira, 19/07/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

A população brasileira vive o descalabro da falta de credibilidade na gestão de políticas públicas. Quase todos os dias despertamos com novas decepções reveladas pela investigação policial sobre casos de corrupção. A revelação é o aspecto positivo na devassa necessária. É a modalidade viável de encaminhar correções punitivas. A corrupção endêmica vem de longe facilitada pelas forças oligárquicas que garantem a soberania patrimonialista a qualquer custo. Agora, no entanto, somos tocados pelas seqüelas perigosas no rumo do desenvolvimento social. O desemprego denuncia a fragilização das forças de trabalho e produção que fomenta a iniqüidade. A mentalidade condescendente com os privilégios parece não perceber o quanto é iníquo preservar lucros desmedidos dos bancos ao custo do homem comum. A remuneração de senadores, deputados, e todos de carreiras superiores mantidas pelo erário público, atinge índices perdulários em relação à grande maioria dos trabalhadores. Que ganha muito tende a ganhar mais, perante o empobrecimento da multidão. Fala-se no escandaloso aparato do Senado e Câmara Federal com verbas e dezenas de cargos dos gabinetes como se isso fosse moral, e pronto. O contraste das diferenças passou dos limites e se tornou devastador. A parcela dos famintos ressurgiu!

 

Manobra
As manobras dominadoras do sistema oligárquico, sustentado no seu maior furor de crueldade, na escravidão, utilizou sempre de nuances para desqualificar a causa libertária. Uma das estratégias é minar a democracia ampla e instituições dos poderes. O Congresso Nacional, por exemplo, contaminado até o nariz. Os candidatos de possível renovação não recebem apoio financeiro, para enfrentar a máquina do continuísmo.

 

Vilipêndio
O histórico do Ministério do Trabalho, com seus altos e baixos, vinha significando objetivo ideológico forte na base social brasileira. Vilipendiaram sua estrutura política. E o poder continua convivendo com isso.

 

Educação
Na observação do professor Otávio Pinheiro, a educação depende de imprescindível envolvimento do governo e sociedade. O PISA, Programa Internacional de Avaliação de Alunos, informa que o Brasil está em 59º lugar entre 70 países avaliados. O direito ao saber mínimo é questão de sobrevivência. Liberta de preconceitos e fundamentalismos que já estão presentes e ameaçam nosso futuro.

 

Saneamento básico
Acompanhando o debate de magistrado e advogados sobre o Estatuto do Desarmamento, nos foi dado observar que a violência tem geradores mais diretos. Enquanto não se tem diagnóstico mais científico, volta-se à idéia de retomar a cultura de valores comunitários que passa pelo indivíduo e pelas famílias. Não nos surpreendeu a citação do magistrado ao mencionar a prioridade do saneamento básico como suporte de dignidade, a partir do núcleo familiar. Viver em condições mínimas de saneamento é o primeiro passo criador de referências do valor da vida.

 

Desarmamento
Discute-se o efeito da lei do desarmamento. As ações pontuais da lei deram algum resultado. Duvida-se que alguém acreditasse, no entanto, que os delinqüentes entregariam as armas. O cidadão de bem, no entanto, aderiu em parte e entregou as armas. E agora? Como é que fica o direito de defender a propriedade e a vida, além de esconder-ser. A preservação da segurança nas moradias rurais já registra crescimento de assaltos. A burocracia da lei impõe restrições, por exemplo, às pessoas de baixa renda, para se ter uma arma em casa. Se nenhuma o é, não será esta uma lei salvadora, já que o assaltante nem tem mais o medo. O medo é só nosso!

 

IBAMA
O IBAMA acumulou prova material de autuações ambientais nos últimos anos. Sem estrutura para preservar comprovações um total de nove mil processos serão arquivados pela ocorrência de prescrição. Impunidade.

 

Trump-Putin

O presidente Trump dá a entender que vai superar o impasse eleitoral interno causado pela intervenção Russa. O que parece mais misterioso é a possibilidade de um pacto Trup-Putin, num arranjo velado imperialista. Os países pobres sabem disso, e olham para a China com visão estratégica.




Das cavernas o sonho de paz

Quinta-Feira, 12/07/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Os meninos, presos numa caverna, premidos pela angústia de salvamento heróico, suscitaram um circuito de fraternidade que mostra o que é mais forte no ser humano: a solidariedade! O estágio que atinge as relações humanas no seu mais alto grau de dignidade é quando somos capazes de ver em cada pessoa, nas suas aflições, o sentir de nós mesmos. Mesmo em lugar tão distante, na Tailândia, as palpitações formaram este pulsar unânime, caminho de resgate pela felicidade. Vimos que o próximo é quem precisa de nós, sejam próximos ou pessoas distantes. Por isso, é preciso pensarmos que esse fundamento de grandeza, dando importância ao semelhante, com fraternidade, distante ou perto, é a maneira única de mudarmos o mundo. Felizmente foram todos salvos. Mesmo que isso não tivesse ocorrido, o valor da luta em ação ou pensamento pela ajuda mútua é a única forma de salvação da humanidade. Nas visualizações sobre formação dos povos continuamos ouvindo, alhures, que só a guerra, o sacrifício cruento, é capaz de fundar prosperidade e paz. Grande mentira. A paz só acontece, por óbvio, quando não há guerra, quando vencemos todas as formas de ódio apregoado por sua naturalização detestável.

 

O Congresso
No momento em que as atenções se concentravam na Copa do Mundo, várias tentativas assustaram o bom senso no encaminhamento de matérias no legislativo. Não faltaram tentativas, na calada da noite, visando aprovar medidas restritivas aos promotores, juízes e à polícia, no combate à corrupção. Aquelas idéias do tipo lei da mordaça. Com os alertas da vigilância e a seleção Canarinha voltando pra casa, a manobra de Renan Calheiros não vingou.

 

Imóveis
Crise no sistema de compra e venda de imóveis. A inadimplência, com a redução de renda de compradores e precarização dos projetos das incorporadoras aumentam a dificuldade. A pressão dos empresários no Congresso gerou a insensatez da proposta que reduz o direito do comprador. A multa rescisória dos contratantes, em torno de 20%, seria aumentada para 50%. A rejeição da proposta em uma das comissões acalmou os compradores em vias de desistência de contratos de aquisição.

 

Bomba e orçamento
Abre-se novo rombo orçamentário no governo federal. A recente aprovação que suplementa previsão de gastos, em 40 bilhões mostra a engrenagem solta na gestão. As corporações de funcionários públicos não querem saber de contenção salarial. A iniciativa privada já acusa retrações. Tudo isso complica para um país em arrocho. A quantia é considerada bomba orçamentária.

 

Palavras
A linguagem jurídica, especialmente quando envolve decisões na política, vem carregada de dificuldades para a compreensão popular. O que se fala da decisão do desembargador Favretto, é de que se trata mesmo de decisão teratológica – sem fundamento. A extensão do que seja o princípio da plausibilidade também precisa dialogar com o entendimento geral das pessoas. No momento parece firula, o drible que se aplica na lei.

 

Moto
É chocante pensar que o Brasil registra 56 mortes de motoqueiros todos os dias.

 

De tudo
O momento aponta para virada histórica, só superada pela Abolição da Escravatura. Aos poucos vão surgindo condenações, fruto da ação policial. Pela primeira vez o modal de enquadramento dos poderosos é eficaz também. Os bandidos de elite, por certo, sabem muito bem se defender, mas não podem mais andar folgados por aí. Finalmente se cumpre a advertência dos jurisconsultos romanos: “Iratus legem non videt, Lex videt iratum” - o irado (transgressor) não vê a lei, mas a lei vê o irado!

 

Mbappé

A seleção francesa vem mostrando que é a mais equilibrada e talentosa. Uma das diferenças em relação ao time brasileiro é entre seus ídolos. Exagerou-se em relação ao Neymar e esquecemos outros brasileiros muito bons, todos os atacantes. França tem Mbappé revelado que fez o que pode na última partida. Outros atletas, no entanto foram melhores. Por isso a França é Favorita.




Ministro e Petrobras

Quinta-Feira, 05/07/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Quando o Poder Judiciário é instado a centrar atenção no controle da linha legal e a moralidade pública, editando procedimentos complementares, é momento grave. A força liberal do Congresso Nacional continua sendo o espectro comprometedor da vontade popular. No recente período de interpretação da constitucionalidade das leis são mais de 300 intervenções. São as ações diretas de inconstitucionalidade (ADINs) provocadas diante de dificuldades nas intenções ou práticas. Em tempos de calmaria nem seria preocupante. Acontece que ainda vivemos momentos apreensivos na relação entre os três poderes. Cada situação que se levanta tem seu mérito para o bem ou para o mal. No caso da liminar que suspende a venda de ativos articulada pela Patrobras para reduzir dívida, surge a ira de setores importantes da opinião. A decisão do ministro Lewandowski recomenda cautela na escalada das vendas dos patrimônios da estatal. Antes de julgar os meandros da questão, é bom lembrar que a venda pura e simples enseja cuidados. A compra da usina de Pasadena é alerta ao descontrole na função de compra e venda. Envolve muito dinheiro. Se a decisão sugere questões inconfessáveis é difícil saber. Um pouco de precaução, no entanto, nem parece prejudicar tanto, neste momento de insanidades. A venda de artigos da companhia não está proibido, mas é preciso calma para dar certo.

 

Pelotão de choque
No Congresso já se instala a reação legislativa para barrar a medida tomada pelo ministro Lewandowski. Seria a modificação da lei processual do Supremo que impeça julgamento monocrático e obrigue o Judiciário a tomar a decisão somente em plenário. A aprovação de lei neste sentido também é vista como inconstitucional.

 

Racismo
Após fazer post racista sobre o jogador Mbappé, a You Tuber perde patrocínio. A Copa revela questões da conduta humana no mundo e também é importante neste sentido. Felizmente, neste e outros episódios de discriminação, como nos casos de assédio contra mulheres russas, o repúdio conforta.

 

Efeito pedagógico
A atuação da Polícia Federal e MP é coisa nova no Brasil. O crime organizado demorou para ser atacado. Mas está sendo. Esta é a marca positiva. O crime de colarinho branco sofre sua primeira reprimenda em 500 anos. Se muita gente está se safando, é verdade que outros não. O procedimento oficial de caça ao delito contra a ordem e o patrimônio público tem caráter pedagógico ineditamente igualitário. Não resolve tudo, mas é começo de punição. O mais recente caso registra buscas de corrupção na rede de saúde pública do Rio. Grandes bandidos presos e o urgente constrangimento à crueldade dos que usam o poder para ultrajar os humildes. Viva a Copa digo, vivam as prisões do glamour criminoso.


Simplismo
O uso do simplismo tem generalizado equivocadamente. Dizer simplesmente que tudo o que é público gera incompetência ou corrupção é maldade. É preciso lembrar que o elemento passivo da corrupção “extraneus” tem sido decisivo. Corruptor e corrompido comungam do mesmo delito, e a iniciativa privada tem sido pródiga em desvios.

 

Valores
O apelo ao consumo de supérfluos não pode ser irresistível, principalmente quando faz esquecer prioridades. Vejam o exemplo da vacina contra a poliomielite. Parece que deixou de ocupar as prioridades das famílias. A comunicação, que também pecou nesse aspecto, agora corre atrás. Coisas assim mostram que é preciso repensar valores, como o zelo comum pela saúde.

 

Discreto
Independente do mérito valeu o puxão de orelhas no juiz Sérgio Moro, que poderia ser mais discreto, sem prejuízo à Justiça Pública.

 

Multas
A Comissão Parlamentar de Meio Ambiente estude mudanças na execução de multas ambientais. Somas vultosas de penalidades aplicadas não são pagas, principalmente entre grandes infratores. As pequenas são pagas. O caráter pedagógico e funcional da multa precisa atingir embargos no disciplinamento, impedindo a escalada de empreendimentos em novas áreas. Esta eficiência coercitiva seria vincular-se aos créditos bancários e programas oficiais de fomento agropecuário.




Manuela Surpreendeu

Quinta-Feira, 28/06/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

A pré-candidata do PC do B, Manuela D’Ávila, surpreendeu os jornalistas entrevistadores do programa Roda Viva, na TV Cultura. O giro das perguntas, em determinados momentos de pressão mais forte, revelava certa insatisfação dos interlocutores. O que transpareceu foi o inesperado preparo da deputada que respondeu lépida e atiladamente. O que parece ter causado espécie a alguns pode ser visto como forma ousada e intimorata que superou a senso comum de fragilidade feminina do espectro machista. A opção democrática por partido de pensamento comunista ensejou perguntas de estigma, forçando-a a posicionar-se, por exemplo, em relação ao período sanguinário de Stalin, sob a égide vermelha na União Soviética. Prontamente Manuela explicou que seu partido é comunista do Brasil, que pretende as mudanças necessárias em clima de paz e democracia no país. Nem se poderia esperar que a entrevistada absolvesse os horrendos massacres das revoluções russas. Embora não se possa ter como plausível meros reducionismos históricos, deixou claro que a luta ideológica não se submete à trajetória de violência comunista. Defendeu firmemente a urgência de mudanças por meio do diálogo político visando avanços igualitários. Bem informada sobre muitas coisas a presidenciável mostrou que está na hora de enfrentar o conservadorismo dos barões da mídia. Sua manifestação é polêmica, mas seu pensamento precisa ser ouvido sem preconceito, mesmo na divergência. É bom lembrar que o pior já temos no presente de nossa política instalada.


Afrouxamento
O sistema de controle no uso de agrotóxicos do Brasil sofre ameaça no Congresso Nacional. Já temos tolerância perigosa liderando uso de agrotóxicos. Os dados oficiais indicam que o Brasil concentra 30% a mais do que o veneno aplicado na Europa. Afrouxar mais a autorização de defensivos temerários agrava o perigo ambiental. Rios, peixes e florestas são riquezas que não podem ser banalizadas.

 

Sol e gás
Brasileiros estão pensando e viabilizando o fogão solar, para enfrentar e crise do botijão de gás. A iniciativa abre caminho para projetos acessíveis socorrendo a multidão pobre que sofre com o absurdo preço do gás de cozinha.

 

Plausibilidade
Embora condenados em segunda instância, José Dirceu, ex-ministro do governo PT e João Cláudio Genu, ex-tesoureiro do PP, foram liberados da prisão. Em Habeas Corpus de ofício, o ministro Toffoli, do STF, resolveu conceder feriadão aos dois detentos. Argumenta a plausibilidade das alegações de defesa em recurso apresentado, ainda não decidido. A sensação que resta é de que prisão é para pessoas simples, e não para ricos e poderosos.

 

Joaquim Barbosa
O ex-ministro do Supremo, Joaquim Barbosa era estigmatizado de arrogância quando afirmava que o STF seria abalado por decisões polêmicas. Gilmar Mendes e seguidores confirmam isso.

 

Em campo
Ouve-se a observação preocupante em relação à rotatividade da faixa de capitão do selecionado brasileiro no Mundial. A força de reação do capitão Argentino Mascherano, mostrou que é importante um líder em campo. Belini e Dunga cumpriram papel importante no passado.

 

Narcisismo
A conquista do tetra, em 94, consagrou a hegemonia do narrador Galvão Bueno (Globo) com um grito memorável. A Globo exagerou tanto no marketing que esqueceu o penta do Felipão, título inédito (2002). Pouco se falou no penta mundial, por mero culto narcisista porque a Globo quis assim!

 

Retoques:
?A medicina luta contra um designo inexorável que é a morte. Um observador enaltecendo a competência da ciência médica alerta para a necessidade de voltar-se mais ao aspecto psicológico no atendimento. É o viés do amor, já que não conseguimos ainda consertar o que muitos consideram um erro de Deus.


?Com a chegada do inverno, ventos e mudança brusca de temperatura, lembrei de meu velho pai que advertia: Napoleão disse que tinha mais medo de um ventinho pelas costas do que uma bala de canhão pela frente. Mesmo quando não percebemos, há perigos por toda parte.




O Nacional

Quinta-Feira, 21/06/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

A história quase centenária do Jornal O Nacional guarda letra por letra o pulsar da vida regional. A resistência ao tempo é mais do que a cifra dos anos, meses e dias de edição. É pulsação única que repousa latente impressa em seus arquivos. De alguma forma é trabalho impregnado de versões convictas de tudo o que envolve a comunidade, desde os primórdios no século XX, de seu desenvolvimento, até o contexto de realização de Passo Fundo. É patrimônio material, cultural e memória implacável. Obra inviolável que identifica e orgulha gerações. A valorosa existência de Múcio de Castro, que consolidou o jornal é inseparável deste arquivo heróico que contou com o peso de arautos do jornalismo. E continua sustentando cotidianamente o relato de nossos dias. Com sua direção, na pessoa de Múcio de Castro Filho e jornalistas. Esse patrimônio pertence à consciência palpável de nossa comunidade.

 

Misógino
A prática de ofensa à mulher russa, por infeliz iniciativa de executivos brasileiros é falta de talento para humor; e covardia. A perversidade praticada por nossa gente dita de elite consistiu-se em aproveitar-se do ambiente de confraria com as russas instigadas pelos “engraçadinhos”, que sugeriam repetição de expressões desairosas em português. Exploraram a boa fé. São os misóginos que se espraiam imaginando que não serão descobertos. Misógino é termo derivado do grego – “misoguinés”, que significa aversão à mulher. Certamente são os mesmos que se escondem em palpites anônimos para ofender pessoas. Ficou muito feio para o Brasil, não bastasse o que ocorre com a corrupção na política e em grandes grupos financeiros.

 

Miriam
Assisti, ontem, na TV Câmara, preciosa entrevista apresentada pela jornalista Paola Petrini. A entrevistada Miriam Postal é a grande expressão da arte de Passo Fundo, reconhecida nos foros artísticos do mundo. As pinturas de Miriam despertam sonhos em memórias lúdicas para crianças e adultos. As obras da artista são inspiradoras e suscitam a crítica sobre valores da vida, induzindo paz e respeito. As pinturas cheias de beleza espelham a personalidade maravilhosa de sua autora.

 

Bancos
Os bancos proclamam lucros assombrosos às custas de uma população cada vez mais oprimida financeiramente. O trimestre foi ótimo para os bancos, embora a gasolina, o gás de cozinha e o leite mais caro para a grande maioria. Falava-se que a inflação favorece instituição bancária. Mas esta inflação baixa favorece a quem?

 

Retoques:
?O gesto de aproximação para nos colocarmos no lugar do próximo aproxima o homem de Deus. A mania de nos colocarmos como juiz, no lugar de Deus, afasta-nos de Criador.
?No último sábado foi promovido, com apoio da Secretaria de Cultura, o encontro das etnias. A confraternização e troca de conhecimentos sobre costumes, entre africanos, portugueses, árabes, alemães e italianos é muito importante. Os costumes dos povos são manifestações que merecem olhar de respeito.
?O ministro Raul Jungmann, que parece ser estranho no ninho caótico de Temer, explica que as soluções para a segurança do Rio exigem prorrogação da intervenção federal. Assassinatos de jovens e adolescentes assumem a maior gravidade. Dos 15 aos 25 anos de idade, obviamente entre a população pobre, atinge o horror perante o mundo e os céus!
? A seleção brasileira precisa lutar mais. A manha do cai-cai não pode superar a força da irresignabilidade em campo. A prova de cada partida não é apenas o salário de cada jogador, mas inclui também a força física para chegar entes na bola e valer-se, então, da conhecida habilidade brasileira.
?Vejam o exemplo que nos mostrou a equipe do Senegal contra o Egito no mundial de futebol. Eles não chutam tão bem, mas não perderam o fôlego em nenhum instante da partida e mostraram semelhança com o suingue brasileiro.
?Ricardinho, campeão dos jogos cegos, deu a dica: coragem e galhardia!




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