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Colunistas


Não é hora de ingenuidade

Quinta-Feira, 20/04/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

Qualquer esboço de ingenuidade na linha de ações políticas partidárias ou dialéticas históricas serve apenas para deduções bucólicas. Vejam como é difícil repetir o lamento de Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver triunfar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça....o homem chega a desanimar da virtude, ter vergonha de ser honesto!” A advertência soa triste aos nossos ouvidos e parece apenas reprisar que nada podemos fazer. Já ouvi alguém dizer “coitado do Rui!”, referindo-se à irrecuperável índole que assola há séculos o centro do poder. Fala-se no poder econômico. As forças que decidem rumos do país. Num passado bem recente, assistimos o desdém articulado de comandos da opinião pública simplesmente atacando as ideias de Darci Ribeiro que ecoavam na voz de Leonel Brizola falando do urgente socorro às crianças do país. Poucos, entre os barões da opinião pública, assumiram as causas de base para uma nova sociedade. Até a inveja pragmática dos líderes ditos de esquerda conspirou para sufocar a pregação do velho Briza. O lado corrupto do partido governista (PT) deu azo a um novo processo de destruição nutrindo generosamente o serpentário políticos que hoje se escancara na investigação policial. E o PT vem agora derramar queixas por traição de Temer apoiado pela TV Globo e forças alienígenas conservadoras acolitando o intervencionismo iaque.

Ingenuidade

Santa ingenuidade! Qual seria a previsão de Rui para quem ostentou uma estratégia devastadora que revigora o conservadorismo social? O projeto que se prenunciava socialmente conseqüente, que plantou diretrizes transformadoras com inclusão das classes mais pobres - foi destruído pela banda podre inserida no poder. Além disso, os adeptos dos privilégios voltaram revigorados. Lamentar, agora, é ingenuidade! Dizer que o monopólio da comunicação continuará batendo preferencialmente no PT, é dizer o óbvio ululante!

Francisco

A reiteração de Temer para que o Papa Francisco visite novamente o Brasil não funcionou. Caso se abalasse rumo ao nosso país nesta hora, o ato poderia ser “loucura do Chico”.

Foco errado

A onda frenética que criou o ódio virtual ao comunismo como ameaça aos destinos do país revelou terrível engano. Grupos poderosos de poder pregam alucinadamente o medo da subversão via socialismo. Esses mesmos poderosos que sempre souberam enganar o povo, incentivando factóides para um ódio idiota, na verdade destroçaram recursos públicos. Vejam a Odebrecht. Causou mal de difícil recuperação ao povo, sua saúde, educação, moradia, segurança e liberdade.  Isso, por desvios que esses grupos protagonizaram, auxiliados por uma elite política corrupta. Então, está explicado que os grupos do MST não formaram criminosos. O crime contra o povo está explicado na zona de poder, que caminha sobre tapetes de luxo, ainda rubente em suor e sangue do trabalhador. A enxada do colono sem terra sofreu campanha injusta e ainda luta para termos terra para produzir, enquanto as potências formadoras assaltam e roubam tudo. Deturpar as idéias é o primeiro passo para a corrupção duradoura. “Homo lupus homini” (o homem é o lobo do homem).

Diminuir o outro

O certo é que não costumamos refletir sobre o modo de nos referirmos ao próximo. Diminuir o prestígio alheio como forma de se promover, não é atitude rara. Está em nosso cotidiano e, normalmente, denuncia falta de valores de quem oprime, mesmo que pareça sem querer. A inquietação não é de hoje. Estão aí as mais diferentes formas de disfarçar nossa intolerância ou falta de respeito. O obeso, baixinho, dono do Fuca, andrajoso, enfim, qualquer diferença no padrão de aparência logo se transforma em instrumento de bullying. Nos relacionamentos informais, surpreende atitude de pessoas que se mostram ávidas em reconhecer alguma doença ou mal ao abordarem amigos ou conhecidos. Ver defeitos no outro virou obsessão. Psiquiatras explicam bem essa história.

 




Aleluia, aleluia, aleluia!

Quinta-Feira, 13/04/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

A máscara da hipocrisia cai diante de nossos olhos incrédulos perante o espelho da verdade mínima. Os séculos de política de poder e iniqüidades sociais no país, nunca foram abalados tão claramente como no tremor que sacode Brasília. Em plena Semana Santa, onde refletimos sobre o sacrifício cruento de um homem justo, acusado como insidioso perante a mediocridade oficial, parece que algo de novo ilumina a esperança de justiça. O Brasil não poderia mais adiar o confronto com a corrupção que esgota recursos materiais e o ânimo popular. A justiça estatal, tantas vezes omissa por meio de arbitrariedades policialescas que perseguiam apenas os infratores de menor poder, finalmente atinge redutos inflados por uma cruel incolumidade. O antagonismo histórico da crucificação de Cristo, acusado por defender causas do povo humildade, indica que o trabalhador honesto, pessoas de bem, sempre crucificados, podem dar novo rito aos acontecimentos.  Aleluia, as castas dos intocáveis finalmente entendem que precisam responder pelos seus atos. Nesta leva, uma centena de eminências políticas são incluídos na lista dos investigados. Aleluia, a zombaria, a luxúria de ladrões e ladras que gastam verbas da saúde pública em prazeres nababescos encontra forte oposição. Explorador investigado e preso paralisa a afronta que debilita serviços essenciais do estado. Os índices de desemprego e a aflição da dívida doméstica acentuam a revolta das pessoas de bem que lutam pela vida digna. A investigação de barões hipócritas e prepotentes, aleluia, pode estancar a iniqüidade.

Estouro

Os procedimentos de investigação atinge o núcleo do governo Temer, que passava a idéia enganosa de depuração. Sentado à destra de Temer, Eliseu Padilha passa a ser investigado por recebimento de propina. Moreira Franco, Gilberto Kassab, Helder Barbalho, Aloysio Nunes, Bruno Araujo, Blairo Maggi e Marcos Pereira serão investigados. Os ex-presidentes da República, vivos, estão na lista. A investigação atinge os atuais presidentes da Câmara e Senado. A fase é de investigação, com amplo direito de defesa. Todos negam os fatos. Mas, uma centena de acusados do proscênio político, é situação gravemente inusitada. Certamente muita coisa ainda ficou debaixo do tapete por falta de evidências, mas o momento derruba os intocáveis.

Ameaça de anistia

O procurador federal da Lava Jato, Carlos dos Santos Lima, alerta que a tentativa de anistiar crimes de corrupção vem com toda a força. Não há nenhuma certeza de que a falta de vergonha de parlamentares não apresente projeto de anistia.

Resistência

Tribunais, Ministério Público e Polícia Federal, acusaram o golpe do projeto de lei de abuso de autoridade. É o momento em que se espera postura firme do aparelho policial e judiciário. Mesmo com a aprovação de tal lei, que ressurge de forma espúria, em momento inoportuno, o rigor mínimo das investigações não pode enfraquecer. A contribuição dos agentes públicos não pode descambar para uma linha de conforto, ou omissão. Polícia Federal, Ministério Público e Magistrados, constituem elite poderosa de quem é exigível galhardia em favor da justiça.

Fratura exposta

O Rio de Janeiro, tão privilegiado pelas condições econômicas, vê seu tesouro devastado pela roubalheira, presidida pelo próprio governador Sérgio Cabral do PMDB. Mais terrível a revelação de corrupção que atacou covardemente os cidadãos flagelados que mais precisavam de ajuda pública. O próprio secretário roubava da saúde. Isso é barbárie!

Reforma

Dizer que a reforma previdenciária foi abalada por causa das investigações, não é sério. O dever dos parlamentares é discutir e votar o projeto.

 




Moradia e dignidade

Quinta-Feira, 06/04/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

A propagação midiática pouco tem feito na sua missão de preservar um dos valores mais intrínsecos da individualidade e garantia familiar. Isso porque a moradia tem sua natureza onírica descolada das falsificações consumistas. Na prática a efetividade deste direito premente guarda padrões invioláveis desde priscas eras da humanidade. As cavernas não eram menos acolhedoras que um grande número de habitações extremamente toscas em nossa atualidade. O chão próprio é célula que constitui desde o nascimento a base do convívio afetivo. Acalenta a afetividade. A falta deste espaço físico é acesso negado ao primeiro aprendizado da vida. É como a prolongação da proteção do útero materno. Este primeiro impulso para o crescimento humano, infelizmente, vem contemplado apenas subsidiariamente no cotejo pedagógico perante um status ilusório. É a faceta indispensável que ganha menor prioridade perante uma equivocada sociedade de consumo. A tecnologia evoluiu espantosamente, mas sem a necessária absorção no contexto familiar. A responsabilidade como política social, então, nem se fala. Os meios técnicos evoluíram, mas a dormência deste valor é escoima à política habitacional. 

A luta pela casa

O episódio que ganhou manchetes na imprensa estadual, confrontando o direito de posse do conjunto habitacional de Canoas, expõe a luta pela moradia. O despejo dos invasores, decidido de forma pacífica não deixa de expor o aspecto angustiante. Mães com seus filhos que tentaram invadir as casas e não tiveram êxito. Desapontadas derramaram lágrimas. As famílias habilitadas choraram a emoção de reaver suas casas. A administração pública ficou aliviada. E nada mais. Gente humilde continua o sonho imerso em lágrimas.

Todos devem agir

Temos a lembrança de episódio judicial em Passo Fundo, na tramitação da ação de despejo na Beira Trilhos. Pela primeira vez verificamos a intervenção do juiz de direito da comarca, chamando à lide os poderes públicos. Dr. Cristiano Enger Aires invocou princípios constitucionais atribuindo responsabilidades de políticas habitacionais. Investido na função jurisdicional e empenho com saber jurídico inovou momento de resgate da importância sociológica cabível ao caso. O exemplo na sua condição de agente público é marcante e gerou envolvimentos necessários. Há necessidade de participação de todos, individualmente, coletivamente e institucionalmente para este problema social e perene.

Equações

A moradia mínima tem como ser fortemente equacionada. Tudo se reporta a atitudes sérias, desde responsabilidade paterna de abrigo às crianças que são trazidas ao mundo, até a racionalidade mínima dos governos. Obras não prioritárias, não acabadas, desvios e a corrupção frenética que sacode o país, representam um somatório bem maior que o necessário ao direito à moradia. O potencial humano de crescimento está ligado pedagogicamente às condições mínimas de moradia. A saúde psíquica, condições sanitárias e o trabalho estão conectados à habitação básica.

Amarelas

No final da década de 50 surgiram as primeiras casas populares de Passo Fundo que pude conhecer, na administração Daniel Dipp. Eram casas de material, geminadas, as amarelinhas, que pareciam pequenas e simples. Passadas seis décadas a área cresceu e as casas resistiram bem. Lição histórica!

Justiça Eleitoral

A decisão do TSE, desde o despacho do ministro Herman Benjamin, é tida por grandes observadores da imprensa como a grande chance ao presidente Temer. Ele quer se desvincular das acusações contra sua chapa. O representante da Procuradoria Eleitoral, Nicolao Dino insistiu em abrir novo espaço para ouvir testemunhas. Se dará certo para defesa de Temer, não se sabe.

Exxon e o povo

O povo brasileiro está em compasso de espera, enquanto é instigada a possibilidade de anulação da eleição Dilma/Temer para convocar nova eleição. Os negócios de gestão, com a venda massiva de permissões do patrimônio nacional, também esperam. “Dunc spero, spiro” (enquanto espero, respiro). Assim está o clima dos interesses, entre legítimos e menos seguros como a iminência de aquisição de grande fatia do pré-sal, pela Exxon.




Trabalho é valor sublime

Quinta-Feira, 30/03/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

O estado do Rio Grande do Sul tem uma história de apreço cultural mais aprofundado em relação aos demais estados, quando falamos em emprego formal. Por este ângulo, os recentes baques na oferta de emprego causam impacto sombrio. E algumas fontes de emprego, como o Pólo Naval de Rio Grande, em queda abrupta, jogam o cidadão em tenebrosa circunstância de sobrevivência. Chefes de família passam a viver angústia ao serem obrigados a se mudarem de mala e cuia, em busca de nova chance. O clima, além do grande estrago aos borbotões de empregados, não oferece opções mais esperançosas. A certeza de uma fonte de renda pela prestação de serviço vinha fazendo parte da estabilidade doméstica. Nesse quadro recessivo, a dor do desemprego causa sofrimento nos núcleos familiares e afeta os sustentáculos de dignidade. Esse sintoma é corrosivo e extenuante para o convívio social. Embora menos perceptível em alguns casos, as sucessivas demissões em vários setores geram tristeza perigosa. O trabalho como valor sociológico é sublime, mantém a relação de felicidade, quando equilibrado, mas acelera a desesperança com o choque da deterioração.

Terceirização

A afirmação de que a liberação do sistema de contratação via terceirização significa mais emprego não se sustenta. Ocorre em momento de desproporcionalidade na relação capital e trabalho. É assustadora a falta de seriedade do sistema de terceirização, com o tráfego intenso de empresas fantasmas. O senador Paulo Paim denuncia a permissividade causada pela terceirização nas barbas dos poderes, executivo, legislativo e judiciário. Acontece que a pressão pela redução de responsabilidade em relação aos empregados favorece aos grandes grupos, inclusive os novos nichos projetados pelos grupos financeiros. Os bancos! Começamos a ver os grandes privilégios atingindo direitos trabalhistas. “Quod licet Iovi, non licet bovi” (o que é permitido aos deuses, não é permitido aos bois!).

Artificial

O professor Eduardo Viola aponta o fenômeno mundial causado pelo ímpeto do desemprego da inteligência artificial. O Brasil surgiu no cenário mundial como força econômica crescente, mas não está conseguindo firmar-se. Além disso, não cessam as descobertas de novos focos de corrupção. Além da Lava Jato, a desbragada corrupção no governo peemedebista agrava a crise do Rio. Ontem o presidente da Assembléia Jorge Picciani foi levado sob condução coercitiva. E vejam, até conselheiros do Tribunal de Contas, bem remunerados para fiscalizar, são acusados de corrupção.

Onda Trump

Não há motivo para estranhar as bravatas isolacionistas do presidente americano. Afinal, ele foi eleito sob o signo conservador do Partido Republicano. Está decretado que os ianques vão diminuir a participação nos programas externos apontados nas convenções mundiais. A qualquer preço o presidente ataca o desemprego. A loucura do status militar é o grande retorno nacionalista de poder. Vejam a liberação das chaminés da energia do carvão, destruindo convenções construídas a muito custo nos oitos anos de Obama. A diferença em relação ao Brasil é a estrutura político democrática do parlamento onde a oposição é forte. O legislativo não está eivado de corrupção como o Congresso Brasileiro.

Retoques:

  • Sete estados brasileiros estão tratando de regulação dos super salários. A questão do teto, no entanto, esbarra no corporativismo que considera direitos adquiridos com cláusulas pétreas.
  • Delação da Odebrecht implode na política, também para treze governadores citados.
  • A Praça Tochetto continua uma referência para o lazer e o esporte. A cerca de tela que protege a quadra é boa. Faltam pequenos reparos, como os aros do basquete as placas de anteparo. São pequenas atividades de conservação, mas necessárias para melhorar o ambiente.
  • A Mesa Um do Bar Oasis voltou a se reunir no sábado, sob os auspícios do anfitrião Dr. José Osmar Teixeira com presença de importantes membros da confraria!

 




Crise na exportação

Quinta-Feira, 23/03/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

Os representantes brasileiros defendem com unhas e dentes a qualidade dos produtos de origem animal, em Genebra, Oriente Médio e em todos os eixos consumidores internacionais. É lógico deduzir que os grandes grupos da carne, bovina, suína e aves, tem cuidados desenvolvidos ao longo do tempo. O combate aos focos de irregularidades, ditos apenas pontuais, ganhou repercussão mundial. O que preocupa a economia brasileira neste momento surpreendente é a crise logo no setor mais sólido de nossa produção, que é de alimentos. Nisso repousa a projeção do país como potência de muitas riquezas no comércio internacional. Questiona-se, com bases em defeitos graves flagrados pela Polícia Federal, principalmente no setor de embutidos. É preciso mencionar que o Brasil não precisa abrir mão do rigor fiscal na oferta de produtos de origem animal. Isso vem no momento em que a produção de leite e derivados tem causado verdadeiros desastres na credibilidade. E não basta dizermos apenas que são fatos pontuais de contaminação. Para atacar a rejeição danosa à economia e saúde de consumidores mundiais e nacionais é preciso mais humildade dos grandes grupos controladores. É preciso apreço à transparência, muito mais do que mostrar o presidente enchendo a barriga de picanha. O problema é alerta na base tecnológica, onde ocorreu desatenção no necessário investimento nos laboratórios de analises do próprio Ministério da Agricultura. Com exageros ou não da divulgação das irregularidades, é preciso respeitar a saúde pública mediante controle da qualidade dos produtos que consumimos na nossa mesa e dos compradores internacionais.

Volta tese da anistia

A força do poder econômico de mega grupos na transformação de alimentos serve de adminículo para defasar a ação da PF na investigação. A cada questionamento sobre o ímpeto de divulgação nos casos levantados como escândalo, ressurge a ideia reducionista em relação ao caixa – 2. Os caciques políticos envolvidos em investigações, na iminência de verem seus nomes na lista de Janot, reagrupam-se. A qualquer momento, na calada da noite surgirá a votação para anistiar o caixa-2.

Estratégia

Alegações denominadas de “fatos pontuais”, “desconhecimento da origem do dinheiro irregular”, e coisas assim, ganham foro de uma grande desculpa para o crime organizado de corrupção e crime eleitoral. Até a velha e surrada argumentação de que a corrupção sempre existiu serve para os que atuam para anestesiar a consciência nacional. O momento histórico é importante e urgente demais para afrouxar o combate à corrupção.

Jornada

A crise financeira atinge a logística do grande evento cultural e social de Passo Fundo. A ideia ressurge, no entanto, com vigor moral e exige participação de todos. Teremos um ano importante com a realização do evento na Capital Nacional da Literatura.

Analfabeto

A questão de valores é sempre sublime e se sobrepõe aos sintomas formais e aparentes. O prefeito Antônio Ramos de Lima, que administrou Quixadá – PE teve sua candidatura validade judicialmente mesmo contestado por ser analfabeto. Mesmo com essa pecha, governou com dedicação e foco educacional exemplar. O município destacou-se pelo crescimento na estrutura educacional. Sustentou seu ideal na prioridade de valores.

Vila Luiza

A entrega à comunidade da escola da Vila Luiza é a conjugação de esforços do poder público que engrandece o compromisso de gestão municipal. Muito bom, prefeito Luciano. Quanto mais destinarmos bens ao dispor de todas as pessoas e quanto maior a prioridade atingida, mais fácil será a conquista do povo humilde.

Comentário

Falava com meu filho, que reside em Porto Alegre, sobre atendimento à saúde. Concluiu que Passo Fundo tem uma das melhores redes de atendimento médico hospitalar. A eficiência da saúde pública em Passo Fundo é melhor que na Capital, tanto na rede pública como nos planos de assistência privada. Não dá para se iludir com a cidade grande.




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