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Colunistas


A depressão

Quinta-Feira, 06/09/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Pouco se falava, até os tempos recentes, sobre a saúde psíquica no cotidiano. Hoje se transformou em pauta obrigatória para o estudo da ciência médica e psicologia. A queda abrupta de postos de trabalho e renda é a causa mais saliente. A concentração urbana tem sido um processo acelerado na modernização. As comodidades, benefícios, e a onda consumista desenfreada, infelizmente, produziram dificuldades no discernimento. As diferenças sociais de renda afligem. País gigante produz desequilíbrios gigantes. Os números apontam uma população de doze milhões de depressivos, afetados pelos transtornos de ansiedade. E mais, a venda de remédios sem acompanhamento médico, acelera tudo perigosamente. Dados sobre o crescimento no consumo de antidepressivos apontam crescimento de 52%. Nesse sintoma observa-se que grande parte dos que acessam remédios fazem isso mediante consulta na internet. Profissionais da área são convocados a dizer sobre este quadro, que afeta a produtividade em muitos setores, principalmente de serviços. Espanta o contingente de professores em licença de saúde por depressão.

 

Dívidas
O endividamento e inadimplência individual teimam em patamares preocupantes. Premidos pelo desemprego, profissionais qualificados e de menor qualificação, jogam tudo na aventura de microempresas ou empresas individuais. O Brasil registra cinco milhões de empreendimentos em vermelho. Na contramão dessa saga criativa nacional até investimentos de boa qualidade deparam-se com a incapacidade do consumo. Nichos aparentemente viáveis morrem na praia perante um fluxo esgotado na competição.

 

Energia cara
Parte dos gastos no custo da energia vem da demanda em Roraima que importa eletricidade da Venezuela. A insuficiência de fontes geradoras, com baixa no nível das águas afeta as regiões do nordeste e Centro-Oeste, obrigando acionamento de termoelétricas. Além disso, a alta do dólar, os benefícios de programas sociais de baixa renda e a incorrigível onda de gatos (roubo de energia), tornam a conta de energia mais cara para o cidadão contribuinte. Este circuito afeta diretamente o custo de vida doméstico e pesa no setor de produção. O gás de cozinha mais caro aflige diretamente a subsistência de considerável parcela das famílias. Tem sido cruel, e persistente.

 

O primeiro gestor
É citado com frequência o exemplo de escolas no município de Picada Café. Há cinco anos o sistema escolar do município, essencialmente de escolas públicas estaduais e municipais, apresenta índices efetivos de desempenho. Ouvi uma avaliação, ainda que empírica, que deposita a confiança do êxito na atuação dos professores. Logicamente há o envolvimento comunitário, especialmente dos pais. Certamente o desempenho comemorado resiste ao problema de remuneração do magistério no ensino básico. Ao mesmo tempo é fruto de empenho apreciável, de corpo e alma, com gestão de recursos dos professores. O estado gaúcho é avaliado em 15º lugar (pelo Ideb) entre os estados brasileiros, alguns ditos mais pobres. O Brasil investe mais do que a grande maioria dos países da América do Sul, mas não responde no mesmo nível com índices de escolaridade. As perdas na afirmação de conhecimentos básicos do ensino geral, básico e médio, preocupam. Português e matemática com lamentável aproveitamento. Ler textos simples e interpretá-los é essencial para o contexto do conhecimento. Na formação do potencial evolutivo de um país, o primeiro gestor é o professor. Teremos ou não teremos lideranças políticas, se tivermos desempenho de professores.

 

Incêndio na memória
As chamas vulcânicas que arrasaram milhões de objetos de nossa memória vincou definitivamente a narrativa de nossa história. Tudo o que era matéria virou cinza. Escombro apocalíptico é, a partir de agora, nosso cenário real. Alguém mencionou o comparativo, imaginando que seria mais percebido pela multidão nacional, se a destruição fosse no estádio Maracanã. Talvez a falta de apreço por nossa existência ao longo de cinco séculos seja mais preocupante que as chamas que devoraram o Museu Nacional. Neste aspecto a comparação não parece esdrúxula.




Doenças voltam às cidades

Quinta-Feira, 30/08/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Embora algumas epidemias tenham origem silvestre, como se diz da febre amarela, o perigo de expansão ronda o ambiente das cidades. A onda de contaminação da chikungunya, por exemplo, está sujeita a ressurgimentos cíclicos. Aconteceu com sarampo, dois anos após o Brasil certificar sua erradicação. Hoje já são 1.400 casos. O perigo é real, com o afrouxamento de programas de combate às causas chega quase imperceptível aos centros urbanos. O fenômeno demográfico das cidades é fatalmente potencializado pela ausência de estrutura no saneamento básico, que não acompanha o crescimento populacional. Hoje, além da Europa, temos concentrações na Venezuela, com redução das vacinas. O susto mobiliza, mas é caro demais para a segurança da saúde pública. A aglomeração urbana urge definições urgentes de prioridades, nas políticas preventivas. Todas as equações exigem nova consciência dos gestores públicos e privados e toda a população. As doenças estão globalizadas e podem nos surpreender, como dizem os observadores especializados. A maior cidadela para nos defendermos de enfermidades epidêmicas é a redução das diferenças sociais, hoje agravadas com desemprego e diminuição de renda do trabalhador. Ao mesmo tempo nos bancos sobem espantosamente os lucros. Algo está errado. E não é preciso ser socialista para entender iniquidade social tão grave.

 

Fome
Começa com o desemprego. É a fome. Nos seus diferentes graus, a pobreza e a miséria são incompatíveis com qualquer regime político. No Brasil tivemos período recente em que as pessoas passaram a raciocinar mais, ainda que diferentes. Após acesso à comida. A fome já sangra a Venezuela, onde o governo quer reluzir com o mais poderoso metal, o ouro. O que se pede é que um povo não seja julgado pelo que pensa com fome. Maldita fome!

 

Caminhões
Nos anos 2016 e 2017, segundo revendas de caminhões no Brasil, ouve queda brusca nas vendas. O país tem uma média insuperável nos caminhões de terceira idade; que remonta dos 40 anos. Neste ano voltou a renovação da frota lentamente. A avaliação é de que temos dez anos de retrocesso. Os dados refletem dificuldades de fluxo, que encarece nossa base de produção agrícola.

 

Poluição
Na cidade de São Paulo, ou Porto Alegre, como outras capitais brasileiras, tem aumentado o número de doenças respiratórias. Poluição do ar!

 

Mãe Adriana
O relaxamento da pena em regime fechado da ex-primeira-dama do Rio, Adriana Ancelmo, abre indagações sérias sobre a prisão feminina. O direito a prisão domiciliar é justificado pela necessidade de a proteção aos filhos. Os presídios estão lotados de mães (pobres) encarceradas por crimes. Há casos em que a necessidade da mãe é mais evidente. Questão polêmica que terá grande repercussão.

 

Mães da humanidade

É muita pretensão da humanidade a tentativa de prestar homenagem justa ou satisfatória, ao criar o Dia das Mães. É muito pouco, perante a real significação originária da figura materna. As mães constituem o maior mistério tateável da existência humana. Essa relação criadora, pela sublimação do mais puro afeto é diferente de tudo o que existe no comportamento entre as pessoas. É como se tudo fosse divino. Há fundadas razões para se crer que as mães que vivenciam a o elo criador com seus filhos o fazem por inspiração direta que estabelece um canal exclusivo de entendimento com Deus. Esta força etérea impõe de maneira insuperável a crença na existência de uma divindade. Há um misto de grandeza e mistério nisso tudo, mas que merece ser aproximado da vida cotidiana perdida em sintomas doentios assustadores. Só a força plantada por mãos que embalam o berço podem aplacar a escalada violenta dos humanos que se jactam de um falso progresso, e vêm esquecendo a natureza dos valores. Suplicamos às mães a que continuem lutando para salvar nossa infância e recomeçar rumos para humanidade.




Democracia é difícil

Quinta-Feira, 23/08/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

As pessoas precisam entender que as limitações do processo democrático representam a falta de qualidade cívica das gerações. Comunismo, capitalismo, sistemas mistos, ou opções diferentes de regime político só podem refletir a qualidade média do povo pela crença democrática. Não somos condenados à democracia, como é citado em paródias de desconcertante humor intelectualista. A lista ou elenco de candidatos à presidência da República não é condão messiânico. A perseguição do ideal democrático é necessária, mas há uma dosagem utópica na acepção do princípio ativo da política. Eis aí a mais humana das características inerentes ao homem, já que errar é humano. No conceito de política o grande leque que potencializa a evolução: a possibilidade de refazer. Ditadura é a negação da cooperação humana. É negação de liberdade e vida! A dinâmica da vontade popular pressupõe o fim das práticas do ódio e exige postura do indivíduo com olhar para a coletividade recriando a virtude. Cidadãos fiéis a vertentes do bem produzem um estado médio sem abomináveis exclusões. A presença popular é indispensável. Só a qualidade do cidadão fará uma sociedade melhor. “Qualescunque sumi viri sunt, talem civitatem habemus” (teremos uma sociedade tal qual sejam seus cidadãos).

 

Confiança
Todos os homens e mulheres de bem querem alguém confiável tanto na gestão como na honestidade. Um presidente é fundamental, mas a força de nosso sistema está no Parlamento Nacional. Com erros e acertos, deputados ouvindo o povo, a democracia anda pra frente. Por isso as ruas não poderão calar jamais.

 

Chica Mariani
Em 24 de novembro de 1976 Clara Anahí foi roubada, com apenas três meses, e seus pais assassinados pela ditadura argentina. Seu pai, Daniel Mariani, dos Guerrilheiros de Esquerda Montoneros, não estava em casa quando da invasão por assassinos militares, mas foi morto oito meses depois. Chicha Mariani, mãe de Daniel, lutou por 41 anos procurando a neta. Estima-se que 500 crianças foram arrancadas dos lares dilacerados pela violência oficial, e 128 foram localizadas nos últimos anos. Maria Isabel Chicha Mariani faleceu nesta semana, aos 95 anos, sem encontrar a neta. Foi fundadora do movimento Avós da Praça de Maio, atualmente liderado por Estela de Carlotto, ainda em busca dos netos desaparecidos. Só as mães e avós sabem e ninguém exprime o quanto sofrem pela ausência de seus inocentes, vítimas da ditadura na América Latina.

 

Operário japonês
Circula notícia sobre os efeitos da obstinação de operários japoneses que extrapolam a recomendações em horas extras. Estudo aponta a falta de férias completas, abreviadas em mais de 50% e horas extras excessivas como causa de suicídio. Os pedidos de indenização alegando exaustão somam 208 casos de morte em 2017 e mais de 2.000 processos buscam indenizações. Operários com idade de 20 a 29 anos são a maioria. Recente medida encaminha folga aos trabalhadores das empresas na segunda-feira.

 

Fuzis
Rússia pensa em instalar fábrica de fuzis Kalashnikov na Venezuela. Arma e um povo que já passa fome é combinação muito explosiva.

 

Overdose
Em 2017 foram 72 mil mortes por overdose nos EUA. Grande parte dos casos são substâncias de alto custo neste mercado criminoso.

 

Presídios
Na Inglaterra não falta dinheiro para a rede penitenciária. A privatização de presídios apresenta problemas e o governo está retomando cadeias terceirizadas, mal geridas.

 

Festejando Pitangas
O Canal Brasil tem apresentado documentários importantes sobre arte e pensamento social em nosso país. Fiquei impressionado com o relato da grande obra de Antônio Pitanga, pai dessa deusa que é a Camila Pitanga. Ele é dos pioneiros na luta pela igualdade racial e dignidade da alma brasileira no teatro, cinema e TV. Literalmente a fruta não cai longe do pé!

 

Ricordi
O Coral Ricordi D’Itália apresenta-se neste sábado em Marau, sob a regência do maestro David Reginatto. O encontro artístico e cultural é apreciado nesta região de influência Italiana.




Zero em redação

Quinta-Feira, 16/08/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Os sistemas de avaliação de conhecimento tem aferido com clareza uma realidade preocupante. Centraliza-se nos resultados de habilitação básica na redação e matemática. A constatação de resultados com nota zero em redação espelha realidade que precisa ser superada por uma geração que sofre o revés de valorização e virtude. O prejuízo é pela falta de leitura. O reflexo é mais abrangente do que se imagina. A própria formação cívica e a visão democrática, tão necessárias, interferem nas escolhas desde a educação infantil. Erigimos falsos modelos de êxito, calcados na vasta publicidade consumista que insiste em eliminar a sofrimento como realidade. A modernidade dos meios na informação não exclui o custo inerente ao destino do homem para alcançar condições pessoais de relações e acesso à renda. A arte e costumes, as letras, resgatam valores da vida e equilibram o discernimento entre supérfluo e o saber.

 

Criança
Seis de cada dez crianças brasileiras vivem na pobreza. O potencial de crescimento e reação às condições adversas pela pobreza, só podem ser vencidos com o conhecimento básico. A democracia como espaço de libertação depende do conhecimento. Vale a lembrança de Bias (sábio Grego) que na correria em fuga pela invasão de Atenas, caminhava sereno sem carregar bens pessoais. Indagado sobre isso, respondeu: “Omnia mea mecum porto” (tudo o que tenho carrego comigo), referindo-se a seu notório saber.

 

Incrível
A letargia no Congresso Nacional irrita a lógica. Maluf, com todo respeito à sua claudicância, tem prorrogada sua punição transitada em julgado. O mesmo acontece com Lúcio Vieira Lima, deputado envolvido escancaradamente nas malas de 52 milhões flagradas no apartamento. Esse empurrar com a barriga é um privilégio revoltante de quem está ainda no poder.

 

Drª Maria
A procuradora estadual Drª Maria Pierdoná Fonseca, que atuou por vários anos em Passo Fundo, foi promovida para coordenadoria de Porto Alegre. Saudamos o justo sucesso da advogada passo-fundense, esposa do advogado e jornalista Carlos Fonseca, que atua na procuradoria do município.

 

Saneamento
O surgimento de doenças consideradas eliminadas há muito tempo é alerta muito sério à saúde pública. A concentração desorganizada das cidades agrava o perigo. O antigo problema do saneamento básico é o mais evidente entrave para barrar consequências desastrosas. A coleta e tratamento do esgoto em Passo Fundo tem merecido atenção dos poderes públicos, mas é preciso acelerar providências. Vejam a situação do rio Passo Fundo, termômetro da situação ambiental da cidade, responsabilidade de todos nós.

 

Natalidade
É noticiada uma nova conduta no âmbito familiar brasileiro. Atribuído à crise financeira, cresce a adoção de procedimentos de vasectomia, pelo SUS e rede privada. Essa contenção revela que adesão progressiva de 2011 a 2017 chega a 42%. A preocupação com o número de filhos que revela teor de responsabilidade social pode ser também sintoma de medo e preocupação pelas inúmeras dificuldades de vida futura, como na segurança e outros aspectos.

 

Retoques:
?A cidade e região recebem um presente de arte e fraternidade, com o Festival Internacional de Folclore. Nossa cidade necessita e deve prestigiar este caloroso acontecimento que se estende até o dia 25.


?O tradicional coral Ricordi D’Itália participará, dia 25, do festival de corais em Marau. A presidente Glaci Bortolini é testemunha da valiosa integração que gera a musicalidade vivenciada na cidade. É trabalho ardoroso de diversos regentes e membros dos grupos musicais, durante todo o ano. É empolgante verificar a espontaneidade dessas pessoas e de cada um dos coralistas nesta meta de valorizar a música como motivação de vida.


?Conversando com os delegados Mário e Vinícius da Polícia Federal de Passo Fundo, percebemos a situação inquietante nas áreas indígenas. Há iminência de crimes e o clima é tenso na região. Arrendamentos de terras e altas somas envolvidas conflitam com a miséria de aldeias. Sempre o dinheiro.




Passo Fundo cresceu

Quinta-Feira, 09/08/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Lembro de quando cheguei a esta cidade (1954). Não conhecia casa de alvenaria até os seis anos, quando morava em Santa Cecília. Quando fomos morar na Avenida Mauá (av. Presidente Vargas), as casas eram de madeira e a rua tinha uma pista só, sem pavimentação. Wolmar Salton era o prefeito e realizou importante obra de aterro abrindo duas vias na avenida e o calçamento em paralelepípedos. Até então (1957) carroças faziam o transporte. Havia emoção na passagem rara de automóvel ou caminhão, no barro ou na poeira.


Rádio
Na Rádio Passo Fundo ecoavam as notícias, as canções de Vicente Celestino, Tonico e Tinoco, e sucessos da época. O Clube do Titio, do Jorge Gehradt, sonho de infante. Nem pensava em falar no rádio, mas era empolgante ouvir as vozes: “Xarope Peitoral de Angico Pelotense”, “não adianta empurrar, seu carro está pedindo bateria Heliar”! Assim corria o dia, até que se chegava à hora de Ave Maria, na ZYF -5, Rádio Passo Fundo. Solene era A Voz do Brasil. No cinema Real aguardava-se com impaciência a seção de matinê, ouvindo Piazito Carreteiro. Primeiro foram seções do cineminha do SESI, na Vila Cruzeiro, ao ar livre. Nos fundos da Catedral o Monsenhor Chiaramonti rodava filmes, em preto e branco.


Casas
Imponentes eram algumas casas e não havia edifício além de quatro andares. No campo da Hidráulica ou no Campinho da Maria Alemoa, havia espaço generoso para o futebol. Na atual Vila Lucas era mato nativo com pinheiros e grápias enormes. Na atual rua São Lázaro, valas onde corriam riachos nutridos por olhos de água. Muitas águas límpidas e vegetação fechada. Muitas frutas silvestres. Esta infância deixou saudades.

 

A praça
A gente de vila via o centro da cidade com encanto, principalmente o lago e o chafariz em jatos iluminados. Mais tarde, a Cuia monumental. Nos quadrantes da praça os carros de aluguel, os mais novos eram modelo 1952, Ford e Chevrolet. Carroças e charretes formavam pontos de referência para estacionar ou para frete. Peri era o guarda que impunha disciplina na Tamandaré. Na Semana Santa havia o futebol da gurizada, em silêncio.


O trem
Meu pai e o saudoso Armando Rosso iniciaram negócio com depósito de banana, ao lado da Gare. Vivíamos por ali entre as névoas das máquinas a vapor, leviatãs de ferro, e víamos a chegada do trem passageiro. Tocar e se pendurar num vagão era excitante, apesar de proibido.

 

E hoje
Então, eis aí Passo Fundo! Cidade majestosa, com 161 anos de emancipação, pulsando vidas, trabalho, religião, lazer e produção. Por tantas razões, pelos estudos básicos na escola Menino Jesus, ao lado do Escolasticado Sagrada Família, conhecendo as primeiras letras, a memória é emocionante. Hoje somos um dos maiores centros de educação superior, pólo de saúde e agropastoril. A indústria e comércio fortes. A natureza é generosa com suas águas e as auroras, ou o por do sol; os ventos nos convidam a ficar, nesta querência de luta, trabalho e busca pela felicidade. A chegada de africanos que aqui se estabeleceram, mostra nossa hospitalidade. E temos muita esperança para evoluir de verdade, com espaço para os que aqui nascem ou chegam de longe. Floresceram os trigais e depois a soja. Laticínio e abate de aves somam-se à indústria que cresce.

 

Lideranças
Os movimentos históricos revelam trajetórias de grande valor para a comunidade, superando percalços. O prefeito de Passo Fundo, Luciano Azevedo, sucede boas referências administrativas e realiza gestão com importantes avanços em todos os segmentos. O grau de fidelização ao interesse público consagra o ânimo de progresso social. Uma das características de Passo Fundo é a diversidade de fontes de produção e oportunidade de trabalho e renda, superando as crises que possam dificultar eventualmente algum setor. É bom ser passo-fundense!




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