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Colunistas


O crime não compensa

Quinta-Feira, 10/08/2017 às 07:00, por Celestino Meneghini

A expressão “o crime não compensa”, nunca foi dita nos palácios, nas ante-salas do poder político, e muito menos nos sistemas vetustos implantados com as capitanias brasileiras, nos engenhos de açúcar ou nos cafezais. Ou melhor, nunca foi ouvida tal advertência, porque sempre é dirigida a infratores da ralé. E seria a primeira invocação obrigatória, antes dos juramentos fictícios, nas reuniões ministeriais, no Congresso Nacional e nas cortes judiciárias. O problema é que a dicção, em tom mandamental, é o grito ampliado e pressuposto dirigido aos escravos antigos e perpetuado hoje ao povo humilde. Para estes se diz que o crime não compensa, como diziam os senhores de escravos aos descendentes africanos subjugados e dizimados, enquanto a nação privilegiava uma classe que enriquecia na opulência com o trabalho forçado de irmãos negros. O crime mais temido pelos senhores era a fuga de escravos em busca do maior dom da vida, a liberdade! “Mutatis mutandis”, o estado policialesco só existia contra os pobres. Hoje, a difícil apuração dos crimes de colarinho branco acontece como atitude oficial inédita. Esta é a novidade de um momento histórico que não deve retroceder.

Mordaça

O presidente Temer intenta no STF a suspeição do procurador Rodrigo Janot. O pedido será julgado pelo ministro Edson Fachin. A iniciativa despudorada do Planalto é para impedir novas denúncias. E isso tudo acontece após várias reuniões particulares entre Gilmar Mendes e Temer, na véspera de nomeação da nova procuradora Raquel Dodge. Querem fragilizar o Ministério Público, constrangendo-o de alguma forma. Espécie de mordaça. Tanto que a matéria divulgada fala em conter denúncias contra os presidentes. Será que o PMDB e o PT voltaram a convolar núpcias? A traição pode ser superada, já que a noite do desespero é igual para os dois! Estranhamente atacam a pessoa de Janot.

Contrição tucana

Parece que o PSDB assume sua culpa publicamente em chamada à reflexão sobre seus rumos. Não se descarta jogada de marketing, mas o reconhecimento dos erros mais recentes, pelo envolvimento em episódios de corrupção por seus líderes, pode ser bem visto. Tucanos fazem o que os petistas poderiam ter dito sem tibiez. É preciso pressa na busca de credibilidade. E parece que um setor do tucanato cansou os braços que seguravam Temer. A luta pelo resgate moral dos partidos não conta com a força dos barões da mídia. Por isso depende de sua própria criatividade.

Socialistas

A saída do senador Romário do PSB, incorporando-se ao Podemos de Álvaro Dias desfalca os socialistas. A nova sigla anuncia reforços e se declara contra Temer. O PSB que ficou dividido em relação ao processo contra o presidente peemedebista perde grande parte de sua bancada federal porque foi lerdo.

Passo Fundo

A par de suas lutas para superar dificuldades da era urbana, nossa Terra é exuberante por natureza. Entre a preocupação com as prestações que pendem de minha modesta moradia, olhei o horizonte. A expressão romana “ocasu soli” (o cair do sol) me parecia melancólica. Por isso resolvi ver mais longe. O que vi de minha janela foi algo esplendoroso. A tarja vermelha riscou o azul  celeste e foi crescendo, mais e mais. Formou-se imenso contraste denso, numa cinta rubente horizontal. Insuperável dádiva da natureza no céu de minha terra, espetáculo gracioso. O cenário formou-se e rapidamente de desfez, formando estendais de mantos estrelados. Num lampejo, imaginei tudo o que aqui se fez e se faz: as mãos dos operários construindo, o agricultor plantando, mães e pais criando seus filhos; vi imagens de muitas artes, vi a Igreja de São Miguel, pessoas lutando por liberdade; vi suas águas nascentes, os quadros de Miriam Postal e os dedos de mestre Davi Reginatto teclando gaita e ouvi vozes de crianças correndo em gorjeios sublimes. Passo Fundo, 160 anos!   




Pesadelo no sonho da moradia

Quinta-Feira, 03/08/2017 às 07:00, por Celestino Meneghini

Nada se encaminha bem como solução para grandes necessidades civilizatórias, sem a formação de uma cultura de base. A prioridade habitacional, desejada como política de governo precisa de reforço ampliado. A falta de recursos que abala a governabilidade do país não pode rebaixar o objetivo social de cidadania a patamar de mera conformidade. A compra da casa própria não pode ficar restrita a programas de palanque político. O que acontece em todos os estados vem noticiado como alerta grave no estado de São Paulo. A crescente retomada de habitações pela Caixa Federal, principal financiadora, retrata retrocesso perigoso. São milhares de frustrações de famílias que sufocam a esperança de morar, afetando condições de raiz na vida. A insegurança habitacional não é uma derrapada, mas um choque nas aspirações essenciais.

Reagir

A situação exige postura mais consciente da legião de afetados pela falta de moradia. A carga afetiva e emocional inerente à moradia merece atitudes em relação às políticas públicas e também à consideração das famílias como prioridade. Temos, ainda, uma relação falsa, cotejando bens supérfluos, especialmente o automóvel. A conquista de uma casa própria exige também uma escolha envolvendo dose de sofrimento. Há um custo nesta escolha absolutamente prioritária e obrigatoriamente incorporado à meta de crescimento.  As leviandades e o próprio índice de corrupção degeneram os programas habitacionais. É muito grave o desdém da engenharia civil de responsabilidade pública, na qualidade das habitações mais simples. Muito freqüente a entrega de condomínios populares inaugurados com infiltrações, rachaduras e outras frustrações, sem contarmos a série de imoralidades no setor. Os desenganos no desejo de moradia não podem mais ser tolerados. Além de tudo, os grandes projetos estão eivados pela corrupção.

Força Tarefa

O Conselho do Ministério Público Federal anuncia a prorrogação por mais um ano da força tarefa da Operação Lava Jato. É isso mesmo, a investigação sobre a corrupção não pode ser revogada por manobras que volta e meia aparecem no cenário político. E haverá mais ranger de dentes de corruptos.

Temer vence e povo perde

Escrevo antes da sessão de votação. Não há a menor perspectiva de que os votos dos deputados autorizem o julgamento de Temer pelo Supremo. O presidente atuou diretamente no forte do Jaburu e na liberação de recursos privilegiados e nomeações no Planalto, para garantir votos a seu favor. É lamentável o flerte presidencial com os meios ilegítimos e pouco apreciáveis do ponto de vista moral, embora tolerados em lei. A oposição articula um marco de moralidade e ética, ainda que não alcance os votos pelo prosseguimento da denúncia. Temer tem a convicção de que cooptou os votos para uma vitória pessoal e temporária, mas sabe que a democracia sangra.

Ruralistas

A representação ruralista no Congresso exigiu benefício do governo e obteve escancarada renúncia fiscal. Dívidas previdenciárias serão praticamente perdoadas, com parcelamentos generosos em 14 anos. E lá se vão 10 bilhões em favor da elite econômica.

Em causa própria

O parlamento aproveita e legisla para apagar dívidas de grandes empresas. A iniciativa de deputados, também devedores, reduz até 90% dessas obrigações. Nem o imposto do combustível cobre isso.

Venezuela

Não é possível esconder a crise da Venezuela. Mesmo assim, o Brasil pode perder a concentração em seus desafios. É hora de considerar o alerta: “é próprio da estultice censurar os defeitos dos outros e esquecer os próprios” ( “est proprium stulticie vitia eorum cernere, oblivisci suorum”). Problema que vem de longe.

Retoques:

  • A idoneidade político partidária está péssima. Essa recuperação passa pela penalização de culpados e a consciência do eleitor, sem repetir a falta de memória.
  • Passo Fundo celebra 160 anos de emancipação e pode orgulhar-se de sua história. É um lugar especial para morar.




O Pior é a fome

Quinta-Feira, 27/07/2017 às 07:00, por Celestino Meneghini

A pior conseqüência do desastre político da Venezuela é a falta de alimento. Gestores, que se dizem estado, defendem uma estrutura ideológica perversa que envergonha a democracia. A questão logística de alimentos já rondava a Venezuela em meio à crise do petróleo, com sucessivos rebaixamentos de preço no marcado internacional. A censura do governo Maduro contraria o estado de direito de um país que não merece tamanha crise. Hugo Chávez exibia manobras ditatoriais, mas tinha a seu lado uma multidão que participava da luta nacionalista. O custo expropriatório das empresas petrolíferas não assolava a subsistência do povo, como acontece hoje. E fome é o maior absurdo político. Como a Venezuela vai mudar o governo para inverter o retrocesso social de Maduro, sem retornar ao processo entreguista da produção do petróleo, eis a questão! Mas a fome é a mais imoral das prisões. É a crueldade que massacra velhos e crianças. O abismo sociológico impede a liberdade, quando a única opção para sobreviver dignamente significa assomar-se ao partido oficial. Dupla fome. Não há liberdade de barriga vazia. É possível que o esgotamento do governo dito bolivariano possa levar a nação de grande potencial a soluções pacíficas e com a necessária lucidez de lideranças que se aproximem do povo sofrido. A Venezuela vive dolorosa lição histórica, mas ainda pode constituir nova força para governar sem entregar suas riquezas aos estrangeiros, como hoje faz o Brasil.

Alerta Brasil

Além do abismo social, com poucos ganhando muito e cada vez menos gente em condições de sobrevivência, assustam alguns dados sobre o crescimento da miséria. Esgotou-se a faixa de acomodação de desempregados que se jogavam em pequenos empreendimentos. Decresceu o emprego temporário e encurtou a média de remuneração. É claro, o cobertor encurtou pra o pobre. E isso se deu em forma de abismo, como adverte a expressão secular “abyssus abyssum invocat” (o abismo chama abismo). Portanto, alerta Brasil, que a fome apressa a ira popular.

Combustível

Com todo o respeito à comoção geral das pessoas, a repercussão do aumento do combustível é foco de sensibilidade. Falamos aqui, no comparativo com outras questões muito mais graves que a gasolina. Está faltando recurso de governo para a pesquisa científica; qualidade dos alimentos, para os programas de universidades públicas, para escolas básicas, segurança e moradia. Mais ainda, a miséria está voltando. Eis aí o imperdoável, da fome e desabrigo. Recente levantamento revela que a faixa assistida de seis milhões de pobres sofreu rebaixamento à miséria. Este é o mal maior, porque inclui a fome! É imoral!

Trabalho escravo

Há redução de recursos num dos setores mais urgentes da justiça social: o combate ao trabalho escravo. Além da exploração criminosa de trabalhadores estes focos de violência concentram atividades predatórias ao meio ambiente em regiões mais remotas do norte brasileiro. Fiscais do Trabalho acusam o golpe que reduz recursos em 70%.

Compra de votos

Enquanto Temer arrocha o povo com impostos afaga deputados indecisos em liberações perdulárias. Parece um jogo sinistro em escalada. Faz isso para não se submeter a um julgamento no Supremo, a um custo social e financeiro assombroso. Não basta que seja legal, tem que ser também gestão moral.

Retoques:

  • Mais uma etapa da operação Zelotes aponta corrupção envolvendo ex-auditor da Receita Federal e BankBoston. Durante muito tempo os bancos esconderam subornos que prejudicam o país, não bastassem outras formas de lucros exorbitantes.
  • Tivemos o privilégio de lermos a obra de Mário Sérgio Cortella e Gilberto Dimenstein - A Era da Curadoria. Foi presente do Dr. Rui Donadussi, nosso vitalício presidente da Mesa Um do Bar Oasis. Aliás, hoje tem encontro no Clube Comercial, com a recepção do nosso confrade, empresário Júlio Mumu, como é chamado pelos amigos mais chegados. Quanto ao livro, é recomendação preciosa.




Rumos do campo

Quinta-Feira, 20/07/2017 às 07:00, por Celestino Meneghini

O governo Federal percebeu euforicamente que a agropecuária produz, aumenta a renda do país, fomenta a indústria e garante a alimentação para o povo. Sem maior cerimônia fez do fator de produção primária sua bóia de salvação na deriva política. Preocupa mais o rumo afoito na política de incentivo aos ruralistas. Vejam só! Segundo observadores, o censo projetado para este ano sinaliza o rumo do agronegócio. Vai priorizar a informação de carteiras agrícolas e o negócio da compra e venda de produtos, sementes, insumos, enfim, exportação, negócios internacionais. Nisso a intenção apontada é de criar melhores condições aos grandes e intermediários, na relação com os empreendimentos. Os pequenos e médios produtores, especialmente o florescente minifúndio que abastece nossas cidades, ficarão num segundo plano. Está caindo o incentivo à pesquisa de culturas alternativas. Também não é novidade essa política, a partir das facilidades de acesso a generosos créditos aos maiores. Na estratégia de investimentos vem desprotegida a agricultura familiar, onde ocorre maior desrespeito ambiental, diferentemente da monocultura. Aliás, a barganha da bancada ruralista no Congresso, para impedir avanço das denúncias contra Temer, rende rechonchudas benesses de emendas parlamentares e afronta conquistas de preservação ambiental. Com isso, caem as árvores e a motosserras sobem ao pódio. 

Votos de devotos

O Palácio do Jaburu virou visitação dos devotos que juram apego às vantagens urgentes do governo Temer. Parafraseando o Papa Pio XI, aquilo mais se assemelha a um funeral de almas mortas para a consciência política. Enquanto o Presidente admite tudo e contesta a denúncia da PGU como peça de ficção, governa sobre a própria sombra, mas não admite submeter-se a um julgamento. Isso se realmente, autorizado o processo de julgamento pelo Supremo, venha ser reconhecida uma acusação pífia. Então, não seria necessário afrouxar tanto os recursos orçamentários nas ditas emendas aos deputados que assentem à fidelidade de sua inocência. Aliás, o resultado do processo no STF pode ser favorável a Temer. Portanto, arrisca Temer! E serás consagrado perante a opinião pública! Isso, segundo tua própria opinião, e já que nada da acusação é verdade. Simples!

Maia não sorri

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia apresenta semblante severo. Não ri, mas também não chora pelo Temer. Rosto arredondado e pueril sugere ingenuidade e passividade pelas bochechas de “boneca mijona”, mas seus olhos faíscam e brilham quando vê a rampa do Planalto. Se o dia dois de agosto pouco pode mudar para os desejos da oposição, o maior perigo de Temer pode ser seu próprio aliado – Maia!

Saga quatorzeana

Carlos Alberto Romero lançou recentemente sua publicação “96 Anos de Paixão”, sobre a história do G.E.R. 14 de Julho. Inicialmente me detive no encantamento pela apresentação da obra e li rapidamente os textos, mais detido nas legendas, onde pude reconhecer alguns atletas e dirigentes que vi no antigo estádio Celso da Cunha Fiori. Ao completar a primeira leitura voltei ao livro porque senti enorme força de contexto que só um professor, jornalista e primoroso repórter pode conjugar. A publicação é documentário de deliciosas memórias com enorme expressão telúrica. Além das alusões históricas a publicação retoma uma saga de luta pelo time rubro de Passo Fundo com convicção e seriedade. Ao inserir a vindicação patrimonial contra usurpação, faz ressurgir a bandeira da reconquista do patrimônio do 14 de Julho (Vermelhão da Serra), numa reivindicatória de direito e paixão. São muitos aspectos revelados dentre a vida esportiva da cidade, hábitos, costumes, conquistas, cultura e a força educacional no destino de jovens atletas. É o esporte como paixão, mas em todos os capítulos é saliente a demonstração da virtude como força de propulsão do ser humano na vida. O texto e as fotos ganham versão na rivalidade com o E.C. Gaúcho, tornando o vértice da disputa histórica em sublime arte dos cotejos. Parabéns professor Romero pela obra missionária, bandeira e resgate.




A coivara política

Quinta-Feira, 13/07/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

Os focos de incêndio que invadem áreas verdes, devorando preservação às margens de rios que nos alimentam e onde nos dessedentamos, a atmosfera ardente e a fumaça sufocante, em milhares de áreas brasileiras, - assemelham-se ao cenário político. A dinâmica democrática ainda segura a derrocada. O presidente ensaiou viagens ao exterior para dizer que está solucionando a crise. Simultaneamente corriam imagens da corrupção solta que seguiu afrontando a dignidade nacional. A imagem do país ficou semelhante à gleba em coivara. É preciso dissipar a camada de cinzas que atormenta o sentimento nacional pela devastação da corrupção. Lamentavelmente tudo depende dos 342 votos dos deputados federais para que se autorize um processo de julgamento no Supremo sobre as acusações. A ação do governo Temer é para impedir o julgamento, já que as etapas inauguradas na comissão especial parlamentar versam somente sobre a autorização para submeter à Justiça. No poder, o presidente denunciado exacerba nos meios, como era esperado. Enquanto o poder no Executivo reafirma a posição de não se submeter ao julgamento do STF, o presidente joga perdulário manipulando verbas públicas, para obter a maioria de votos na casa do povo. Com o dinheiro do povo. A consciência democrática, sem a força para reagir, pressente que vai faltar égua no descampado da coivara. Mesmo assim o que resta é esperar que brotem folhas verdes no campo escuro. A esperança, mesmo chamuscada pelas labaredas da indecência, é o que parece ser nosso estado democrático de direito.

No Jaburu

Incrível!  No Palácio do Jaburu, subitamente foram implantadas folhagens caras e frondosas, com altura suficiente para formarem uma cortina que impeça a transparência visual interna. Sem foto e sem imagem, os encontros já não são mais vistos entre as garagens.

Tornozeleira e privilégio

O Ministério Público suspeita de privilégio ao investigado deputado Rocha Loures, que foi posto em liberdade condicionada ao uso de tornozeleira. O lépido da mala de dinheiro é íntimo do presidente. Aparentemente não teria importância o fato de investigado ter ou não furado a fila. De qualquer jeito é ridículo.

Vale o plenário

A decisão que vai decidir a abertura ou não de processo contra Temer será tomada em plenário. Serão os dois terços dos votos necessários e pouco prováveis. Conforme o parecer do deputado e advogado Sérgio Svaiter, relator da comissão de Constituição no Congresso, a denúncia ao Michel presidente é juridicamente fundamentada. E deve ser julgada. O problema é que o status jurídico, recomendado pela forma constitucional, moral, e justiça, depende fatalmente dos deputados. Os adeptos de Temer podem, legalmente, impedir isso conquanto obtenham os votos. É a real supremacia política. E isso todos sabemos como funciona na composição do Parlamento.

Ajuda comunista

Se algum partido dito de esquerda agisse como o filho de Donald Trump, na parceria com os russos de Putin, no Brasil seria um comunista detestável. Com o subterfúgio teria ajudado eleger o pai. Ultraconservadores brasileiros, no entanto, entendem que o presidente americano apenas é evoluído. A ética e a ideologia quando misturam suas aparências fazem loucuras na sua essência, ou vice-versa!

Reformas

A reforma trabalhista foi aprovada apressadamente. Tanto situação como oposição têm culpa nisso. A mudança é gigantesca. Essa versão de que vai alavancar empregos é muito estranha.

Retoques:

  • Mesmo com as explicações do governo russo, está difícil acreditar que não se trata de discriminação sexual. O Balé Nureyev perdeu em grandeza de espírito.
  • O Coral Ricordi D’Itália teve momento afirmativo na apresentação na semana passada, na Câmara de Passo Fundo. Interpretou canções italianas na sessão em homenagem à Clínica Kozma.




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