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Colunistas


Teclando

Quarta-Feira, 22/01/2020 às 07:00, por Luiz Carlos Schneider

A deterioração coletiva do intelecto 

A realidade da evolução tecnológica já ultrapassa a criatividade da ficção científica. Telégrafo, rádio e televisão deixaram o mundo de queixo caído. Era apenas o engatinhar de uma surpreendente corrida tecnológica. Ora, tudo iria acontecer depois de 2001. E, de fato, aconteceu. Aliás, continua acontecendo em uma interminável sucessão de inovações. Tudo está decorrendo muito rápido. Não foi exatamente em 2001, mas o emblemático ano até pode ser considerado como um marco deste boom tecnológico. A linguagem digital criou raízes, saiu dos escritórios e tomou conta das pessoas. A antiga telefonia agregou inteligência. Demos um salto dos singelos editores de texto para as abrangentes redes sociais. Tudo logo se transformou em equipamentos multimídia. E as pessoas também se converteram para não perderem a conexão com a humanidade. Em rápida adaptação, ainda assumiram a condição de multimídias. Sim. Agora todos seguem uma conduta multimídia. Mas, convenhamos, essa metamorfose foi muito rápida.

E é exatamente na assimilação deste mundo multimídia que surge um problema gravíssimo: a distorção da informação. Por falta de preparo ou pela mais pura ingenuidade, não há mais discernimento. Até parece que Eremildo, o idiota, foi clonado para uma invasão coletiva das almas. E, assim, todos acreditam em tudo aquilo que repica no passa e repassa das redes sociais. Essa tolice acabou com a prudência e abriu espaço para novas formas de ação da maldade humana. Nos últimos anos, somos vítimas de uma distribuição sistemática de inverdades. E não são ações isoladas. Há pessoas que se dedicam (gratuitamente?) ao repasse de notas elaboradas com objetivo de descaracterizar a sociedade. Atacam instituições, normas, estruturas sociais e pessoas. É uma lavagem cerebral que está acontecendo de forma contínua e programada. E sabe-se muito bem quem são alguns dos propagadores desse instrumento destruidor. São células de distribuição e, portanto, representam um crime organizado. Será que a inteligência policial, que deve proteger os cidadãos, ainda não sabe disso? Certamente, não falta tecnologia para rastrear os criminosos. Ou, em linguagem arcaica, basta puxar o fio da meada.

Queda na Mesa Um

Mais de 230 anos após a Queda da Bastilha, enfim, mais um tombo para entrar na história. Foi a Queda na Mesa Um do Bar Oásis. Não propriamente da mesa, mas um incidente numa sessão ordinária da confraria. Na segunda-feira, com quórum elevado, o banco que acompanha o formato arredondado da parede acabou despencando. Além de um raspão e pequenas dores nas almofadas, foi um grande susto. A reconstituição pericial, feita no papel, mostra que a soma do peso de cada um estava de acordo com a estrutura. Mas, será que essa perícia também levou em conta o peso de todas as consciências? Eis a questão. Porém, a vida segue sem problemas. E a partir de agora a Mesa Um já tem mais uma história empolgante para ser contada.

Recepção

Os amigos Bruna e Léo Castanho retornaram de um giro na Europa. No dia em que chegaram foram recepcionados com os sabores da mesa brasileira. Na orla de Ernestina, reencontraram a maionese caseira da Sueli e um granito que o Comando Fachini tratou na cerveja. E como ninguém é de ferro, o Derli levou uma cachacinha exclusiva. A alegria tomou conta de todos. Bom retorno!

Trilha sonora
Nascida em Barcelona, Andrea Motis está com 24 anos, é cantora e trompetista. E também canta em português, como na obra de Paulinho da Viola. Andrea Motis Quintet – Dança da Solidão
Use o link: https://bit.ly/36g5kWe

 

 

 




Teclando

Quarta-Feira, 15/01/2020 às 07:00, por Luiz Carlos Schneider

Les Uns et les Autres

Além do emocionante enredo e da maravilhosa trilha sonora, o longa-metragem de Claude Lelouch, Les Uns et les Autres, permite uma reflexão apenas sobre o próprio título. De fato, somos uns e outros. Ninguém admite ser preterido. Muito menos discriminado. Porém, há momentos em que, profissionalmente, sofro muito com isso. Sabe aquela história de igualdade onde o tratamento não é igualitário? Ora, isso ocorre em muitas circunstâncias na maneira como a imprensa é tratada. Há, sim, de fato uma indisfarçável discriminação. Mais especificamente, há um divisor entre uns e outros. Se o discriminado fosse apenas um, poderia ser um caso isolado. Porém, ao contrário, apenas um é privilegiado em detrimento de todos os outros. É um desrespeito coletivo quando há um tratamento excessivamente diferenciado. No futebol vem sendo assim há muitos anos e em várias circunstâncias. O fato mais recente ocorreu na segunda-feira, quando da abertura da pré-temporada do Esporte Clube Passo Fundo. Em inusitado turno matinal, abriram os vestiários à imprensa. Ótimo. Esse é o lugar perfeito para a apresentação. Porém, logo após os discursos de praxe, fomos convidados a deixar o local, pois haveria uma reunião interna.

E, como manda a etiqueta, lá fomos nós (les Autres) para a secretaria, onde nos ofereceram um café e saborosos salgadinhos. Porém, efetivamente, apenas os colegas de um veículo (les Uns) permaneceram no vestiário para trabalhar na maior tranquilidade. O argumento seria de que esses necessitariam de imagens do mesmo local da apresentação. Uau! E nós (les Autres) usaríamos a garrafa térmica do café como cenário? Ora, todos nós poderíamos permanecer no vestiário trabalhando simultaneamente com os privilegiados. Ou seríamos inconvenientes? Discriminação explícita e coletiva. Ainda vale lembrar, isso não ajuda na reparação da imagem de um clube que, após sucessivos tropeços em campo, sequer conseguiu manter internamente um processo sucessório. Tanto que, há alguns meses, a presidência é exercida interinamente pelo presidente do conselho. Esta não é a primeira vez que ocorre esse tipo de discriminação dirigida. E, pessoalmente, fico muito triste com isso. Aliás, irritado. Ainda mais para quem foi o único repórter que, simultaneamente, acompanhou em rádio e jornal o Passo Fundo no seu primeiro ano, em 1986, quando foi campeão. Mas, quem sabe o patrono, que conhece muito bem todas as histórias do clube, poderia colocar isso na balança e pesar o que está certo ou errado. Nem uns, nem outros: L'égalité.


Evolução tecnológica
Do ábaco ao computador, evoluímos. Inicialmente esse desenvolvimento engatinhou e, aos poucos, se transformou em um processo cada vez mais rápido. O avanço tecnológico tem uma razão geométrica e ocorre em todos os segmentos. Inclusive no campo. Em rápida troca de palavras com o diretor geral da Kuhn do Brasil, Mário Wagner, tive uma ideia sobre a velocidade dos avanços tecnológicos. A pesquisa e a conectividade mundial não param. Somente em Passo Fundo a empresa mantém mais de 20 engenheiros em constante desenvolvimento de produtos. E tudo segue tendências tecnológicas, novos componentes e avanços que vêm da Europa ou da Ásia. E tudo acontece numa surpreendente velocidade. Não dá para parar. E olhar para trás, então, nem pensar.

Iracélio
Não, ele não sumiu. Iracélio ainda é visto pelo Bar Oásis. Mas nosso querido Turcão esteve com os pés nas areias de Itapema. Seguiu em missão especial levando na bagagem o casal Tânia e Acioly Rösing. “O professor insistiu e acabei ficando por lá uns dias”, conta Iracélio com mais grau do que termômetro.

Trilha sonora
Para não mudar o tom, um clássico com Yves Montand - Sous le Ciel de Paris
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https://bit.ly/2FNCqC7

 

 




Teclando

Quarta-Feira, 08/01/2020 às 07:00, por Luiz Carlos Schneider

Os tomates

Nos 48 anos do Boka não faltam histórias. Mas nem todas foram protagonizadas nas madrugadas ou obrigatoriamente na Independência. Para manter um padrão de qualidade, o Edu sempre foi muito exigente na escolha dos fornecedores e com as características dos seus produtos. Assim é com os tomates que, por muitos anos, eram adquiridos na icônica Fruteira da Marli. Estabelecida no Boqueirão, era identificada pela fachada com azulejos portugueses. O Edu exigia que os tomates estivessem no ponto certo: nem verdes e nem excessivamente maduros. Porém, notou que os tomates estavam sempre bem maduros. Conversou com a Marli e ela garantiu a seleção do produto que era entregue exatamente como ele queria.

Ora, se os tomates saiam da fruteira no ponto e chegavam ao Boka além do ponto, o problema estava no transporte. E, claro, não poderia faltar outro personagem conhecidíssimo nesta história: o Toninho do Boka. Sim, ele buscava os tomates na Marli e colocava as caixas na parte traseira sobre a tampa do motor da Kombi. E, já que estava lá pelo Boqueirão, dava um pulo no Wolmar Salton para assistir ao treino do Gaúcho. Com o calor do motor e a imensa lataria exposta ao sol, a Kombi se transformava numa estufa e acelerava o amadurecimento dos tomates. Fim do mistério. Os tomates passaram a viajar no banco traseiro da Kombi e Toninho voltava sozinho para o velho estádio do Boqueirão.

Fumaça da madrugada

Mais do que um indício de fogo, a fumaça é um incômodo. E vai longe, como a fumaça dos incêndios na Austrália que chegou ao Rio Grande do Sul. Mas aqui em Passo Fundo temos nossas peculiares fumacinhas. Uma delas é a do nosso amigo Caramala, que faz sucesso com seus espetinhos nas madrugadas da Independência. Dizem que é uma delicia. Ainda não provei, até porque naquele horário estou mais para carro-pipa do que para graneleiro. O problema é o mau posicionamento da churrasqueira portátil, permitindo que o vento leve a fumaça para a as áreas interna e externa do Batatas. Aí complica tudo e o rock fica com odor de música campeira. Mas isso pode ser solucionado com facilidade, colocando a churrasqueira uns quatro metros para cima. Mais visibilidade para o negócio e acaba a fumaça. Até porque ninguém merece voltar para casa com a roupa e os cabelos fedendo a fumaça. Como o Caramala não é um mala e, sim, um cara legal, pode atender o nosso pedido. Obrigado.

Quibe

Adoro um bom quibe. Obviamente cru! Com o fechamento do restaurante árabe Laziz Awii, há meses eu sonhava com um delicioso quibe. Meu desejo foi atendido pelos amigos do Restaurante Franz, sábado, quando colocaram no buffet um quibe suave e com o tempero na medida certa. Desta vez a iguaria foi assinada pela cheff Elizandra Flores, com toques de hortelã e bahar. Uma delícia que, se o público prestigiar, aparecerá com frequência no cardápio do Franz. O paladar agradece.

Terra alheia

Lá na Vacaria, o meu avô Orestes Santos sempre dizia que “touro em terra alheia é vaca”. O ditado tem um cunho didático, propiciando grandes ensinamentos sobre o respeito aos limites territoriais e comportamentais. O sentido é bem mais amplo e ainda vigora. Ouvi isso pela primeira vez há mais de 50 anos e jamais esqueci. Ora, sempre que ouço algo sobre invasões territoriais ou de qualquer outra forma de intervenção em terra alheia, me recordo desse irrefutável princípio.

Trilha sonora

Nascida no País de Gales, Shirley Bassey usou sua potente voz em inesquecíveis temas de abertura da série 007. Aqui em Golfinger
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https://bit.ly/2Qwb0Xh

 

 




Teclando

Quinta-Feira, 26/12/2019 às 07:00, por Luiz Carlos Schneider

No entre festas

Estamos no período das festas. Aliás, mais precisamente, de entre festas. São dias diferentes, mexem com o emocional e o comportamental. Ficamos mais bonzinhos e mais sensíveis. É claro que há uma confraternização coletiva e um grande desejo em comemorar. No supermercado observo que surgem ‘experts’ dando dicas de culinária, pois nesses dias todos temos as nossas receitinhas especiais. É claro que também procuramos por um espumante que, me perdoem os franceses, continuo chamando de champanhe. Enfim, vivemos um festivo encanto contagiante. Papai Noel existe e dividimos a felicidade que brota no brilho dos olhos das crianças. Mas a moeda da comoção também tem outro lado onde estampa o sofrimento. Na delegacia de polícia, além dos registros de alguns exageros etílicos e suas perigosas consequências, presenciei uma senhora chorando com uma criança no colo. Não afinei meu ouvido de repórter, pois minha curiosidade foi abafada pela tristeza daquele quadro. Certamente, era em consequência de mais um atrito familiar nesses dias de oscilações emocionais. É quando também estão à flor da pele a ignorância e a intolerância. Poxa, na véspera de Natal, ao invés de captar a felicidade coletiva, meus olhos registraram as lágrimas produzidas pela idiotice do ser humano.

 

Este final de ano, inusitadamente, chegou carregado pelo ranço azedo da política. A insanidade anda alta na vida pública brasileira, criando uma divisão onde não há mais debates e o diálogo foi substituído pelo radicalismo. Ou você é a favor ou é contra. Basta uma singela manifestação e lá vêm os rótulos disso ou daquilo. Na prática vivemos a volta do bipartidarismo. Essa fenda, fruto da ideologia sem lógica e sem cérebro, atingiu de forma contundente às famílias. Há situações em que as consequências ficaram expostas nas festas de final de ano, afastando familiares da mesa e diminuindo taças na hora de brindar. Irmão não conversa mais com irmão, pai e filho já não sentam na mesma mesa. O pior é que não temos duas vertentes políticas, pois vivemos a papagaíce da deturpação, alardeando raiva e atropelando a coerência. Assim como os cavalos que puxam carroças, as pessoas estão usando antolhos para não olharem para os lados. São antolhos internos, embutidos pela doutrinação do exercício repetitivo de palavras de ordem que conduzem ao ódio. Exagero meu? Ora, faça um teste. Diga que você é a favor ou contra. Pronto, está montada a confusão. Que triste retrocesso! Então, tomara que em 2020 a gente não tenha que ouvir tantas besteiras e impropérios como escutamos neste ano. Que reine o bom senso e que a cisão dê lugar ao entendimento. Música boa, pois chega de porcaria né? Muita arte, educação, pesquisas, debates, tolerância e respeito. E, por que não, uma vacina contra o ódio? Ora, que a vida deixe de ser uma chatice e o mundo volte a ser uma bola.


Clube do Samba

Passo Fundo tem roda de samba, sim senhor! A turma está no enredo do Clube do Samba, ponto de encontro do ritmo brasileiro. Na semana passada fui ao Rito Espaço Coletivo, onde o mestre-sala, anfitrião, pizzaiolo, cantor e instrumentista Ricardo Pacheco montou um grande encontro. Talentos e mais talentos. Espero não deixar ninguém de fora: Odorico Ribeiro, Paulinho Saggiorato, Maikon Varela, Ghedi do Bandolim, Alfredo Castamann, Seu Lopes, Crys Wander, Edu Costa, Mestre Nelson Ribeiro, Jandara Rebelatto, Luís Ogro e, ainda uma palinha com Ronaldo Saggiorato. Tive o privilégio de apresentar a querida Renata Bruggemann, cantora passo-fundense que veio de São Paulo. Valeu. Por causa do samba, é claro. 

Trilha sonora
Um grande encontro da música brasileira. Marisa Monte e Paulinho da Viola - Dança da Solidão
Use o link: https://bit.ly/2SrtQ3e

 

 




Teclando

Quarta-Feira, 18/12/2019 às 07:00, por Luiz Carlos Schneider

Reta final

Após a perna do vento do inverno e da perna base da primavera, chegamos à reta final do verão. O início será às 01h19 do próximo domingo. Isso, claro, não foi determinado por nenhum decreto ou projeto de lei. Então, antes que algum político assuma a paternidade do verão, é bom deixar bem claro que o início da estação é marcado pelo solstício de verão. É quando o movimento de translação da Terra atinge uma inclinação com maior incidência de raios solares. Assim, aqui no Hemisfério Sul inicia o verão, enquanto na outra metade da laranja em que vivemos será o inverno. Já se o planeta fosse plano, como insistem alguns fora de órbita, a Terra seria chata e, certamente, a vida uma chatice. Mas, voltando à nossa esférica laranja, antecedendo à nova estação, já estamos em alucinante correria. Dezembro é o mês em que fazemos tudo aquilo que deixamos de fazer nos onze meses anteriores. As confraternizações das empresas e entidades também ficaram todas para dezembro. Ah, nesses dias ainda temos amigos-secretos e suas revelações nem tão secretas assim.

Dezembro é o mês das revisões do corpo e do carro, lotando consultórios e oficinas. Também é nesta época em que a balança e o espelho estão em alta, pois, ao que parece, há uma corrente pelo emagrecimento coletivo. Isso, claro, porque calor, praia, bronzeado e roupas encolhidas deixam o verão mais ousado. Parece que gotas de Tabasco respingaram no calendário. Assim, os pensamentos estão focados no melhor aproveitamento deste período que conhecemos como época das férias. Mas, respire fundo e mantenha a calma. Antes do Ano Novo é o Natal que nos espera. E todos correm para reforçar o conteúdo do saco que Papai Noel carregará na noite de 24 de dezembro. Festa em família, mesa farta e azar do peru. E, claro, na sequência de celebrações efusivas, chega o Reveillon com muitas simpatias, brindes, mesa repleta e azar do leitão. Então, nestes dias em que o verão mostra a sua cara, alinhamos tudo para o final de ano. São os preparativos para tocarmos com segurança a pista do próximo ano. Em Passo Fundo já estamos na reta final, como indicou a agitação do final de semana. Movimento nos shoppings, lojas abertas no domingo e entramos na contagem regressiva para cruzar a cabeceira de 2020.

Na Independência
Sexta passada, tivemos a festa de seis anos do Maktüb. Lá estive acompanhado pelo Fernando que reencontrou seu amigo Carlinhos Carneiro, da Trinca do Rock. Conversamos com o Cassiano sobre os dois anos do Maktubinho e mais quatro de Maktubão. O show começou com o Alemão Ronaldo e seu estilo ‘retornando a pé de Woodstock’. Depois Everton Cunha mostrou que ainda é o Mr. Pi. Então Carlinhos entrou no rock e agitou. Aliás, moeu. E como estávamos na Independência, depois fomos ao Batatas, onde Mr. Pi subiu no Menor Palco do Mundo©. E logo todos desceram até o Bokinha para um irresistível Maracanã. Afinal, estávamos na Independência.

Aldo
As atenções de hoje na Mesa Um estarão voltadas para o Aldo Battisti, que atinge a marca de oito ponto zero. Ele é detentor do único cargo de confiança da confraria: Convocador Oficial. Sim, Aldo é o responsável por listar, convocar e informar sobre nossas assembleias. Também é o guardião da seleta listagem de nomes e telefones, além de disponibilizar todas as estatísticas sobre os encontros da Mesa Um. E, não bastando tudo isso, Battisti realiza as convocações na mais absoluta discrição, cumprindo o dever de convidar os nomes certos e deixar passar em branco os duvidosos. Ufa, que missão! Abraço, Aldo.

Magno
É grande a expectativa pelas previsões dos búzios de Carlos Magno para 2020. O ano será regido por Oxalá, Xapanã e Oxum. Ou seja, indícios de que teremos muita paz, brilho e saúde. Mas, claro, vamos aguardar pelas previsões do Painho.

Trilha sonora
Compositor, cantor e multi-instrumentista o italiano Toto Cutugno - L'ete Indien
Use o link ou clique o QR code
https://bit.ly/2S2QZsS







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