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Colunistas


Teclando

Quarta-Feira, 06/11/2019 às 06:30, por Luiz Carlos Schneider

Finesse e grossura
Estamos num cenário onde despontam dois comportamentos distintos: finesse e grossura. A finesse é uma palavra de origem francesa definida como uma habilidade para compreensão, uma forma educada de agir, sutileza e bom gosto. Já a grossura é apresentada como aquilo que é grosso, grosseria, falta de educação e arrogância na comunicação. Mas, simplificando, eu defino a finesse como civilidade e a grossura como ignorância. A distinção entre os adjetivos não está representada por bens materiais e não se mede em grades curriculares.A diferença é gritante na conduta das pessoas.
Como nem sempre o acesso à educação obtém bons resultados, entendo como uma lapidação quase improvável a transformação da grossura em finesse. Já a situação inversa tem amplas possibilidades, pois até mesmo os resultados de requintados cursos de etiqueta evaporam quando a índole é doentia. Há um momento em que a prepotência traz à tona toda a grossura que estava camuflada por sorrisos e gentilezas. A grossura e a finesse são muito bem detectadas na conduta sociopolítica. É uma peneira por onde passam os bons sentimentos em relação ao próximo, mas o egoísmo e a ignorância não peneiram. Assim, separamos o olhar em relação ao próximo da ganância e do ódio doentio
A grossura não aceita o debate e é autoritária. A finesse tem diálogo, permite o contraditório e respeita isonomias. Um teste simples, onde ficam bem distintos, é ver aqueles que são a favor da vida e os que pregam a morte. Observando esses e outros detalhes, logo detectamos quem está de um lado ou de outro. O autoritarismo, a censura, a arbitrariedade e o desprezo pelas instituições são formas explícitas de manifestação da grossura. O diálogo, a liberdade, a imparcialidade e o respeito às normas de convivência são indispensáveis para que haja finesse.
Impor comportamentos e pensamentos obtusos é pura grossura. Respeitar condutas e ampliar os horizontes do raciocínio é requisito básico para a finesse. A grossura está no tom de voz que exprime raiva intransigente. A finesse está na sonoridade das palavras de equilíbrio e serenidade. Entre a finesse e a grossura há um abismo que separa a racionalidade da ignorância. Apesar desta discrepância, muitas vezes nos confundimos e acabamos enganados pelos disfarces dos interesses. Assim, em constante autoanálise, estou sempre atento para manter distância da grossura. E você, com seus indissociáveis adjetivos, é da turma da finesse ou da grossura?

O mordomo
A ficção nos incutiu a ideia de que o mordomo sempre seria o culpado. No cinema, as histórias de detetives tinham um happy end quando desvendavam um crime. E, por algumas décadas, o criminoso era o mordomo. Em alguns suspenses de Alfred Hitchcock o mordomo, culpado ou inocente, aparecia com o arquétipo de suspeito. Até na encantadora animação Aristogatas, da Disney, o mordomo foi escolhido como vilão. Aliás, o personagem tinha o olhar e a conduta do mordomo culpado. E era. O mordomo culpado está na música “Foi o Mordomo”, dos Paralamas do Sucesso. Na realidade o mordomo é um profissional muito bem preparado, um administrador de residências. Porém, diante de algumas modernidades cotidianas, escassearam os mordomos da clássica escola inglesa. Hoje esses profissionais são raros. Resumindo: não temos mais mordomos como antigamente. Essa condição criou um problema na hora de apontar um culpado. Assim, na falta de mordomos, a culpa vem sendo distribuída entre motoristas, porteiros...

Compactíssimas
- Sábado, 09, o Menor Palco do Mundo© dará um pulo ao vizinho 540 Pub. É a festa de 10 anos do Sweet Swiss Potatoes, nosso querido Batatinhas. Começa ao entardecer e vai estremecer a Indep.
- Sábado e domingo tem Encontro de Veículos Antigos no Gran Palazzo. Atrações? Entre 500 e 600 raridades!

Trilha sonora
A banda sueca Rednex - Hold Me For a White
Use o link ou clique:
https://bit.ly/2pLuDjx

 




Teclando

Quarta-Feira, 06/11/2019 às 06:00, por Luiz Carlos Schneider

Finesse e grossura
Estamos num cenário onde despontam dois comportamentos distintos: finesse e grossura. A finesse é uma palavra de origem francesa definida como uma habilidade para compreensão, uma forma educada de agir, sutileza e bom gosto. Já a grossura é apresentada como aquilo que é grosso, grosseria, falta de educação e arrogância na comunicação. Mas, simplificando, eu defino a finesse como civilidade e a grossura como ignorância. A distinção entre os adjetivos não está representada por bens materiais e não se mede em grades curriculares. A diferença é gritante na conduta das pessoas. Como nem sempre o acesso à educação obtém bons resultados, entendo como uma lapidação quase improvável a transformação da grossura em finesse. Já a situação inversa tem amplas possibilidades, pois até mesmo os resultados de requintados cursos de etiqueta evaporam quando a índole é doentia. Há um momento em que a prepotência traz à tona toda a grossura que estava camuflada por sorrisos e gentilezas. A grossura e a finesse são muito bem detectadas na conduta sociopolítica. É uma peneira por onde passam os bons sentimentos em relação ao próximo, mas o egoísmo e a ignorância não peneiram. Assim, separamos o olhar em relação ao próximo da ganância e do ódio doentio.


A grossura não aceita o debate e é autoritária. A finesse tem diálogo, permite o contraditório e respeita isonomias. Um teste simples, onde ficam bem distintos, é ver aqueles que são a favor da vida e os que pregam a morte. Observando esses e outros detalhes, logo detectamos quem está de um lado ou de outro. O autoritarismo, a censura, a arbitrariedade e o desprezo pelas instituições são formas explícitas de manifestação da grossura. O diálogo, a liberdade, a imparcialidade e o respeito às normas de convivência são indispensáveis para que haja finesse. Impor comportamentos e pensamentos obtusos é pura grossura. Respeitar condutas e ampliar os horizontes do raciocínio é requisito básico para a finesse. A grossura está no tom de voz que exprime raiva intransigente. A finesse está na sonoridade das palavras de equilíbrio e serenidade. Entre a finesse e a grossura há um abismo que separa a racionalidade da ignorância. Apesar desta discrepância, muitas vezes nos confundimos e acabamos enganados pelos disfarces dos interesses. Assim, em constante autoanálise, estou sempre atento para manter distância da grossura. E você, com seus indissociáveis adjetivos, é da turma da finesse ou da grossura?

 

O mordomo
A ficção nos incutiu a ideia de que o mordomo sempre seria o culpado. No cinema, as histórias de detetives tinham um happy end quando desvendavam um crime. E, por algumas décadas, o criminoso era o mordomo. Em alguns suspenses de Alfred Hitchcock o mordomo, culpado ou inocente, aparecia com o arquétipo de suspeito. Até na encantadora animação Aristogatas, da Disney, o mordomo foi escolhido como vilão. Aliás, o personagem tinha o olhar e a conduta do mordomo culpado. E era. O mordomo culpado está na música “Foi o Mordomo”, dos Paralamas do Sucesso. Na realidade o mordomo é um profissional muito bem preparado, um administrador de residências. Porém, diante de algumas modernidades cotidianas, escassearam os mordomos da clássica escola inglesa. Hoje esses profissionais são raros. Resumindo: não temos mais mordomos como antigamente. Essa condição criou um problema na hora de apontar um culpado. Assim, na falta de mordomos, a culpa vem sendo distribuída entremotoristas, porteiros...

 

Compactíssimas
- Sábado, 09, o Menor Palco do Mundo© dará um pulo ao vizinho 540 Pub. É a festa de 10 anos do Sweet Swiss Potatoes, nosso querido Batatinhas. Começa ao entardecer e vai estremecer a Indep.
- Sábado e domingo tem Encontro de Veículos Antigos no Gran Palazzo. Atrações? Entre 500 e 600 raridades!

 

Trilha sonora
A banda sueca Rednex - Hold Me For a White
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Teclando

Quarta-Feira, 30/10/2019 às 06:00, por Luiz Carlos Schneider

Ratos e ratazanas
Vivemos uma época em que a Família Muridae está em alta. Seus mais destacados integrantes fulguram nas notícias vindas de Brasília. Eles representam uma ameaça à saúde e ao bolso da humanidade. Porém, isso não ocorre apenas no Brasil, pois os murídeos infestam o planeta. Roem, corroem e corrompem. Quando não estão no poder, estão nas tocas. Camundongos, ratos e ratazanas são vizinhanças desagradáveis na cidade e no campo. Habitualmente, ando de olho no céu enquanto ainda me permitem bisbilhotar os aviões. Mas movimentos estranhos no solo também atraem o meu o olhar. Então, de alguns meses para cá, venho observando que o IBGE dos murídeos está com a planilha abundantemente preenchida. A densidade demográfica das ratazanas é bem elevada nos canteiros da Avenida Brasil. São enormes, alguns com pelagem em tons castanhos. Variam em tamanho, mas eles têm em comum uma velocidade impressionante. Deslocam-se entre as lixeiras e as suas tocas em segundos. Vivem em sociedade e são muito dedicados à busca de alimentação. Ao contrário de seus parentes do Distrito Federal, esses são muito trabalhadores. Inteirados ao meio, aparecem nas madrugadas e, mesmo cautelosos, já estão bem ambientados ao movimento de veículos. Se eu fosse um gato não ousaria enfrentar uma dessas enormes e bem nutridas ratazanas. Mesmo que possam parecer simpáticos, os murídeos sempre caracterizam um perigo aos seres humanos. Aqui ou em Brasília.

 

Aqui, não!
O golpe do bilhete pode ser surrado, mas ainda vigora. Porém, existem inúmeros outros formatos de estelionato. Agora surgiu uma equipe falando em feira do livro e até distribuindo livros. Basta que a vítima tenha um cartão de crédito de uma das bandeiras que estão numa cartela. Como lá figuram praticamente todas, é claro que a vítima também terá uma delas. Então, em gesto de extrema bondade, eles oferecem um livro como presente. Basta “apenas” mostrar o cartão de crédito. Ora, com o cartão em mãos os golpistas anotam os números para comprovar. E depois, é claro, será feito um lançamento de uma despesa na conta do incauto que apresentou o cartão. Nos últimos dias eles agem na esquina da General Netto com a Moron. Isso é golpe. Mas aqui em Paso Fundo, não! Por favor. Nessa área já tivemos precursores com invejáveis currículos. Além de crime, nessas bandas isso também é falta de respeito.

Bira Morsch
O amigo Ubirajara Vasconcellos Morsch está lançando o primeiro volume de “Memórias Esparsas – Razão e Emoção”. O lançamento será durante a 33ª Feira do Livro de Passo Fundo, no Passo Fundo Shopping. A sessão de autógrafos está marcada para 08 de novembro, sexta-feira, às 19 horas. Vamos conferir. Até porque a memória do Bira não é fraca e, com razão ou emoção, carrega sempre lembranças interessantíssimas.

 

Supermercados
Não faltam boas novidades nos hipermercados de Passo Fundo. De um lado, o Bourbon está transformando em área de vendas o espaço que era utilizado para eventos. Vem novidade aí. De outro, algumas lojas da Comercial Zaffari já oferecem novas marcas de cervejas alemãs. Na loja do Bella reencontrei a minha weizen predileta, a Licher. Por enquanto apenas em lata, mas, acredito, logo devem disponibilizar também em garrafas. É isso aí. Portas abertas, boas opções, e ein prosit!

 

Iracélio
Questões técnicas deixaram o Iracélio por algumas semanas sem a sua van. Probleminha resolvido. Está tudo em ordem e ele até fez um check pós-manutenção num bate-volta a Carazinho. Agora o Turcão é só alegria e fica com a caminhonete ali pelas proximidades do Oásis. “Vai que parece alguém com pressa”, justifica Iracélio.

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Trilha sonora
O compositor e maestro francês Vladimir Cosma – Le Jouet
Use o link 
https://bit.ly/2MXzyGV 




Teclando

Quarta-Feira, 23/10/2019 às 06:30, por Luiz Carlos Schneider

Coincidentes estranhezas

Dizem que desgraça chama desgraça. Ou que notícia ruim não vem a cavalo. Desastres, fúrias e desgraças ao que parece andam juntos. Surgem ao mesmo tempo ou num mesmo lugar. Estranhezas que a crença popular atribui às coincidências da vida. Recentemente, tivemos uma sequência de tragédias no Brasil. Brumadinho, queimadas e óleo. Nos últimos anos a raiva paira na atmosfera. Alvejante na memória, desinformação sistemática e as pessoas ficaram inquietas e rancorosas. Os brasileiros estão divididos em duas correntes e, na prática, já vivemos um bipartidarismo. Em comparativo geográfico, acabou a tranquilidade na Bolívia, Peru, Venezuela e, agora, no Chile.

Coincidentemente, há uma tensão simultânea na América Latina. Ora, seria apenas casualidade? Porém, essas coincidências geográficas também podem ser analisadas através das coincidências históricas. A começar pelas ditaduras sul-americanas. Na Venezuela foram sete golpes dos últimos 50 anos ao presente. Paraguai (1954-1989), Bolívia (1964-1986), Brasil (1964-1985), Argentina (1966-1973 e 1976-1986), Peru (1968-1980) e Chile (1973-1990). Enfim, coincidentemente, as ditaduras foram praticamente simultâneas nas décadas de 1960 a 1980. Problemas aqui, problemas acolá. Coincidências de ontem, coincidências de hoje e coincidências de amanhã. É muita coincidência.

A culpa é do cachorro
De dia ou à noite, um cãozinho branco leva o seu humano de estimação para passear na Avenida Brasil. O cachorrinho adora os canteiros da quadra entre a Bento e a General Netto, onde faz cocô na maior tranquilidade. O seu humano, porém, pisa na grama e não tira os olhos do celular. O pior é que ele sequer carrega um saquinho plástico para recolher os dejetos do seu amiguinho que ficam sobre a grama. Já está na hora desse cãozinho ser um pouco mais rígido com seu displicente ser humano. Poderia ensinar-lhe sobre convivência social e passar algumas normas de conduta. Ou, de forma mais didática, o simpático cachorrinho deve explicar ao humano que muitas crianças brincam naquela grama. Ah, esse cãozinho vem sendo muito frouxo na educação do seu humano que, assim, tornou-se vergonhosamente um mal-educado. 

Nelson Ribas
Na próxima segunda-feira, 04 de novembro, acontece o lançamento do livro “Contos Contemporâneos 2019” na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre. A obra reúne autores gaúches, dentre eles o amigo Nelson Júlio Martini Ribas. Às 16 horas, haverá uma oficina de contos contemporâneos, quando Alcy Cheuiche e Juremir Machado da Silva conversarão com os autores. A atividade será no 1º andar do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Rua dos Andradas 1223. A sessão de autógrafos será às 17h30. Na Barranca ou na metrópole, vira e mexe e o Nelson está sempre acoerando as letrinhas. Agradeço pelo convite. Um abraço. 

Eventos
Os eventos fazem parte do perfil de Passo Fundo. Agora estamos em tempos de uma nova Construmóveis no Bourbon. Digo nova porque foi reestruturada, disponibiliza palestras e está rejuvenescida. Os expositores abandonaram aquele surrado molde estandardizado. O visual está em nova versão, segue tendências tecnológicas e propicia um clima de futuridade. O presidente do Sinduscon, Leonardo Gehlen, e o coordenador da mostra, Fernando Langaro, estão entusiasmados com o público e o surpreendente volume de vendas. Esta é uma edição repaginada da Construmóveis. E histórica, pois encerra um ciclo de eventos no Bourbon.

Trilha sonora
As músicas da norte-americana Suzanne Vega rodam pelo mundo e estão nas melhores programações de rádio adult contemporary. Aqui em Tom’s Diner
Use o link 
https://bit.ly/1pvhyCR 




Teclando

Quarta-Feira, 16/10/2019 às 06:30, por Luiz Carlos Schneider

Um chope pra distrair
Domingo à tarde, enfrentei o calorão insuportável e parti em caminhada até àquela caravela ilhada no trevo de saída para Soledade. Segui a trilha que os romeiros tinham feito pela manhã. No percurso de ida, o sol estava tão forte que derretia pensamentos. Mas um vento morno já dava indícios de uma mudança. Logo escureceu e eu estava lá no Boqueirão, local onde nascem os temporais que atingem Passo Fundo. O vento aumentou e o horizonte tinha um cenário catastrófico. Nessas condições iniciei o caminho inverso pela Avenida Brasil. Acelerei os passos e a cada esquina dava uma espiada para avaliar a distância do temporal na iminência de me atropelar. Escureceu e, ali pelas proximidades do IE, alguns pingos de chuva sinalizavam a ineficácia do meu esforço. Então optei por uma ‘camirrida’, estilo que mistura caminhada com corrida. Os pingos aumentaram e o fôlego diminuiu. Porém, contrariando todos os prognósticos, a chuva não me pegou. Cheguei, certamente com uma expressão de Indiana Jones em final de episódio. Depois de um banho, atendendo a mais natural reação do corpo, surgiu um incontrolável desejo de tomar um chope. Já com um guarda-chuva, fui à busca de um copo com colarinho por dentro e suado por fora. Na primeira opção do local, notei que exatamente ali o ar-condicionado parecia não funcionar. Na outra área aonde vendem chope, coincidentemente, o ar-condicionado também não funcionava. Então, em reciprocidade ao desrespeito para com os clientes, desisti do chopinho e voltei para casa.

Todos por Yanel
Em 1982, ao brilho das memoráveis noitadas do Aguadero, apresentava-se um virtuose que debulhava as cordas do violão. Foi assim que conheci Lúcio Yanel. Logo ficamos amigos e ele me acompanhou como comentarista na transmissão da Carreta da Canção pela Rádio Planalto. Em seguida, Lúcio seguiu para Porto Alegre e protagonizou momentos históricos. Nunca faltaram aplausos para o seu talento. Então, agora, num momento em que la plata escasseou, nada mais justo que o show beneficente “Todos por Yanel”. Será no próximo dia 26, às 20 horas, no Espaço Rito. Participarão Ghadyego Carraro, Ricardo Pacheco, Giù, Júnior Sanderi e outros do mesmo patamar. Don Lúcio merece!

Construmóveis
Recém-consolidado, em 1987 o Sinduscon realizou a 1ª Mostra do Mobiliário de Passo Fundo. Foi o embrião da Construmóveis. Montada no último andar do então novíssimo prédio da Caixa Federal, serviu como um cartão de visitas para a entidade. O destaque foi um mini britador levado por José Andreetta. O barulho das pedras quebradas anunciou a chegada do Sinducon, uma entidade que abre as janelas para os ares da renovação. Agora, sob comado de Leandro Gehlen, inaugura sexta-feira no Bourbon a 19ª Construmóveis que tem coordenação de Fernando Langaro. É um Sinduscon com novos ares, mas sem perder o seu Norte verdadeiro.

Articulação de vestiário
Uma das maiores conquistas esportivas de Passo Fundo ocorreu em 1986, quando o E.C. Passo Fundo foi campeão da Segunda Divisão. Após 33 anos sem receber nenhuma homenagem, os próprios campeões organizaram um reencontro. Para mim foi marcante, pois cobri todo campeonato para O Nacional e Rádio Passo Fundo. E, ainda, emocionante por ter sido o homenageado pelo grupo. Após 43 anos de atuação, fui reconhecido por um vestiário onde o respeito sempre falou mais alto. Muito obrigado!

Iracélio
Em frente ao Oásis, Iracélio, Gegê, Lelo e Itibirê em longa conversa reservada. Aí tem!

Trilha sonora
Clássico da Bossa Nova. De tom Jobim e Vinícius de Moraes com Renata Sá - Insensatez
Use o link 
https://bit.ly/2ORnAjM 






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