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Colunistas


Fatos 18.05.2018

Sexta-Feira, 18/05/2018 às 06:00, por Zulmara Izabel Colussi

Confirmado

O reitor da UPF, professor José Carlos Carles de Souza, conseguiu a confirmação da publicação do edital para a elaboração do projeto de asfalto do trecho de 60 Km da Transbrasiliana. Parece pouco, mas não é. A obra que nunca aconteceu e que chegou a aparecer no mapa como concluída, é uma vergonha nacional. O projeto é parte fundamental para que a obra finalmente aconteça. Serão necessários R$ 5 milhões para o projeto e, pelo menos, R$ 100 milhões para a obra. Este último recurso precisará ser buscado no orçamento da União. A mobilização regional terá papel preponderante daqui para frente. Lembrando que ela teve o protagonismo da UPF e URI de Erechim, com os Coredes da Produção e Norte, envolvendo todos os prefeitos dos pequenos municípios entre Passo Fundo e Erechim. Quem ganha com a união de esforços é a comunidade regional.

Mudança

O Padre Neuro Zambam resolveu aceitar recomendações médicas e reduzir as atividades. Esta semana, ele comunicou a equipe que vai deixar a direção da Rádio Planalto, função que vinha exercendo desde 2012. Vai se dedicar a vida acadêmica, ao sacerdócio e aos projetos pessoais.

NOVO

Acontece nesta sexta-feira (18) a apresentação do Partido NOVO em Passo Fundo. O evento é aberto ao público, com início a partir das 19h. O cientista político Fábio Ostermann, também pré-candidato a deputado estadual pela legenda, vai palestrar com o tema “O Rio Grande do Sul tem jeito”. Fundado em 2011, o Partido NOVO é gerido unicamente através de doações dos seus filiados. Sem fazer uso do fundo partidário e nem se coligar com outros partidos, a sigla defende a renovação da política através de princípios liberais e métodos da iniciativa privada.

Inspeção

Conselheiro do TCE-RS Estilac Xavier, determinou a abertura de inspeção extraordinária na Prefeitura de Passo Fundo para apurar a evolução dos gastos com pessoal. Já é sabido que  a despesa está acima do teto fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal.

 




Fatos 17.05.2018

Quinta-Feira, 17/05/2018 às 06:00, por Zulmara Izabel Colussi

Pelo direito de vir

Foi instalado ontem na entrada de Passo Fundo, no Bairro Boqueirão, um outdoor com os dizeres garrafais “Passo Fundo sem chicote”. A propaganda é assinada pelo movimento Coletivo Democracia Mais à Esquerda. O outdoor defende a livre manifestação de pensamento, pelo direito de vir e pela democracia. A manifestação é uma referência ao lamentável episódios dos chicotes que impediram que o ex-presidente Lula, hoje preso em Curitiba, entrasse com a caravana em Passo Fundo.

 

 

Futuro
O PSB gaúcho decide no dia 26 qual caminho tomar nas eleições deste ano. Na pauta, candidatura própria ao governo ou aliança com o MDB de José Sartori; um ou dois candidatos ao Senado - Beto Albuquerque e José Fortunati. Beto tem recebido apoio da base partidária, de vereadores, prefeitos e vários diretórios municipais para que o PSB tenha apenas um candidato ao Senado e possa fazer uma boa aliança com outro partido para o governo.


Deputado federal
Localmente, há uma movimentação para que o vereador Saul Spinelli seja candidato a deputado federal pelo partido e não mais a estadual como inicialmente proposto. A ideia é ocupar o espaço que pode ser deixado por Beto, no caso de ser confirmado como candidato ao Senado, e também pelo prefeito Luciano Azevedo, que decidiu concluir o mandato como prefeito.

 

Mais leve
Por falar em prefeito, depois de liberado da pressão para decidir se seria candidato ou não a deputado federal, Luciano Azevedo tem demonstrado mais leveza. Retomou velhos hábitos, como visitar os bairros todos os dias e tem recebido muita gente no gabinete, segundo informa a assessoria. Os vereadores tem tido destaque na agenda. O prefeito também intensificou a presença em eventos na cidade e tem sido chamado com frequência para falar sobre gestão em muitos pontos do Rio Grande do Sul.


Correção
Sem estimativa de gastos para a campanha eleitoral ao governo do Estado é de R$ 30 a R$ 50 milhões, e não R$ 3 a R$ 5 como a coluna publicou no domingo. A estimativa foi feita pelo consultor e estrategista eleitoral, Paulo Di Vicenzi.




Fatos 16.05.2018

Quarta-Feira, 16/05/2018 às 06:00, por Zulmara Izabel Colussi

Penas ao vento

Meu falecido pai João tinha mania de dizer quando uma coisa não estava bem clara que, “até explicar que focinho de porco não é tomada...o estrago já estava feito”. Casualmente ontem, enquanto a Polícia Federal fazia diligências dentro da Operação Efeito Colateral em residências de médicos e escritórios de contabilidade, além do HSVP, em Passo Fundo, eu tinha acabado de ler uma matéria com o seguinte título: “A Lei é para todos. Só que não”. A matéria do portal The Intercept Brasil conta que jornalistas da VEJA e Folha concluíram, após a leitura das 817 páginas, que compõem o relatório final da Polícia Federal, sobre desvios de verbas na Universidade Federal de Santa Catarina, que não havia nenhum indício e muito menos provas contra o então reitor Luiz Carlos Cancellier. Com a autorização do Ministério Público Federal e da Justiça Federal, o reitor foi preso acusado de obstrução da investigação e de desviar R$ 80 milhões, o que não foi provado. Condenado pela opinião pública e sem ter o direito de entrar na Universidade, Cancellier tirou a própria vida. Uma tragédia imensurável.

Processo legal

O caso envolvendo a Operação Efeito Colateral desencadeada pela Polícia Federal merece todo o cuidado do mundo, antes de fazer qualquer juízo de valores. Primeiro, porque a própria PF está comedida em relação a divulgação das investigações e ela cumpre o papel de investigar. Segundo, é uma investigação que pode concluir que as denuncias não procedem, como aconteceu com o caso da UFSC. Terceiro, precisamos acreditar no devido processo legal e fazer com que ele prevaleça, antes de emitir opiniões descabidas e fazer juízo de valores sem conhecimento de causa.

Mistérios e interesses

Valho-me agora de William Shakespeare: “Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a nossa vã filosofia”. 

Reajuste I

Mobilização dos servidores da Câmara obteve sucesso no reajuste salarial. Mesmo contrariando a decisão da Mesa, houve uma composição e os servidores receberão reajuste de R$ 3,5%, maior do que o praticado pelo Executivo. Também os vereadores terão os subsídios reajustados em 2,84%, depois de dois anos de congelamento. Vereadores Mateus Wesp, PSDB, e Márcio Patussi, PDT, abriram mão do reajuste. Foi a primeira vez em muitos anos, que a Câmara deu um reajuste diferenciado do executivo. Quem vai responder por qualquer apontamento que venha a ser feito pelo Tribunal de Contas do Estado é o presidente do Legislativo, Pedro Danelli, PPS.

Reajuste II

O entendimento é simples: o dinheiro sai de um único caixa e a Fazenda Pública está impedida de dar aumento maior que apenas a reposição. O reajuste concedido para os servidores da Câmara pode ser ser interpretado como aumento real e, talvez, haja apontamento. Danelli, um vereador experiente, sabe que isso pode acontecer e avisou a todos. No entanto, como pimenta nos olhos dos outros não arde, o bom mesmo é fazer o tipo bonzinho, para estourar depois no outro. 




Fatos 12.05.2018

Sábado, 12/05/2018 às 06:00, por Zulmara Izabel Colussi

Campanha cara
A estimativa de gasto para a campanha presidencial vai de R$ 200 milhões a R$ 1 bilhão. Para o governo do Estado de R$ 3 a R$ 5 milhões. A estimativa foi feita pelo consultor e estrategista eleitoral, Paulo Di Vicenzi, integrante da Associação Brasileira de Consultores Políticos. Segundo ele, o valor vai depender de quem é o candidato (nível de popularidade/familiaridade), do seu potencial de votos e de qual é o seu objetivo nessa eleição, já que nem sempre é a vitória. Também influi no orçamento dos candidatos a deputado, senador e governador a quantidade de eleitores dos seus estados. “Agora, se o candidato não for famoso ou não tiver prestígio, não for popular ou não for reconhecido pelo seu histórico positivo, certamente terá que investir bem mais se quiser entrar no jogo pra valer”, pondera. Sobre os limites determinados pela Justiça Eleitoral, Paulo recomenda que os candidatos observem, sempre, a legislação

 

Valores estimados
Deputado estadual: de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões
Deputado federal: de R$ 3 milhões a R$10 milhões
Senador: de R$ 8 milhões a R$ 30 milhões
Governador: de R$ 3 milhões a R$ 5 milhões
Presidente: de R$ 200 milhões a R$ 1 bilhão

 

EUA
Para quem acha elevado o custo da campanha para presidente? do Brasil, o consultor lembra que Barack Obama gastou mais de US$ 1 bi de dólares na campanha de 2012. Donald Trump foi além: gastou US$ 1,5 bi?O Trump passou de U$ 1,5 bi. “É que, nos Estados Unidos,? os candidatos ?precisam? pagar - e muito - pelos espaços de TV,? se quiserem aparecer, enquanto aqui é de graça”, lembra Paulo.


Internet
O analista também observa que se engana quem ainda acredita que o Obama se elegeu graças à Internet. “Ele usou a Internet basicamente para conseguir doações, juntar grana para comprar os espaços de TV. Aliás, continua até hoje pedindo doações no seu site, perfil do Facebook e outras mídias sociais. Diferente daqui, onde muitos eleitores querem mesmo é ganhar dinheiro nas eleições, tirar uma lasquinha dos candidatos, enquanto lá o povo é que doa recursos para os seus preferidos”, afirma.


Greve
Trabalhadores do transporte público de Passo Fundo aprovaram greve para a próxima semana. A categoria não aceitou a proposta das empresas Coleurb e Transpasso. A mobilização deve iniciar na terça-feira.




Fatos 11.05.2018

Sexta-Feira, 11/05/2018 às 06:00, por Zulmara Izabel Colussi

Entidade política e apartidária
A Acisa tem desenvolvido um papel importante neste ano de eleições. Aliás, repete um comportamento que tem pautado a entidade em anos eleitorais. Vem recebendo pré-candidatos de todos os partidos para uma conversa informal com os associados. Em tempos de radicalização ideológica, é um alento saber que esta entidade se envolve e se preocupa com questões políticas, sem ser apartidária. A entidade já recebeu os pré-candidatos do PDT, Airton Dipp a deputado estadual, e Márcio Patussi, a federal. E, esta semana, foi a vez de receber o pré-candidato a federal pelo PP, Rodinei Candeia. O presidente da Acisa, Evandro Silva, reforçou que a entidade está aberta para receber políticos com cargo eletivo e também aqueles que estão buscando algum cargo na política. “Queremos que eles venham até a Acisa para a gente ouvir as propostas e também cobrar ações efetivas”, reforça.


Cai a liminar
O diretório estadual do PSDB conseguiu derrubar a liminar concedida pela Juiza da 3ª Vara Cível da Comarca de Passo Fundo, Lizandra Cericato. A liminar permitia o registro do diretório local eleito (Vinícius de Moura como presidente e Mateus Wesp como vice-presidente), junto ao sistema da Justiça Eleitoral. No entanto, o diretório estadual comprovou que a eleição realizada no ano passado (08 de outubro) foi cancelada), fato que havia sido omitido no processo inicial movido pelo ex-presidente do partido Enio Oliveira. Fica mantida a audiência de conciliação para o dia 03 de julho, às 16h.


Negociação
Trabalhadores do transporte público de Passo Fundo realizam hoje assembleias em três turnos para debater sobre a proposta das empresas Coleurb e Transpasso: 1% de reajuste contra os 7% reivindicados e R$ 20 no vale alimentação. Por conta disso, os primeiros carros devem atrasar a saída no turno da manhã. A categoria deve rejeitar a proposta e não descarta uma greve. As empresas estão sem reajustar as tarifas por conta da judicialização do processo licitatório para o transporte público.

 

Exemplo
* Spotify deixa de promover R. Kelly após acusações de crimes sexuais.
* Ator britânico Benedict Cumberbatch vai negar papéis se não pagarem o mesmo às mulheres.
* Podemos fazer a nossa parte, não votando em políticos corruptos.




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