A menos de um mês para o Mundial de Xangai, o principal nome do país na natação, Cesar Cielo, teve resultado adverso para a substância proibida furosemida em um exame antidoping feito no Troféu Maria Lenk, em maio. Além dele, campeão olímpico e mundial dos 50 e 100 metros livre, outros três nadadores brasileiros também foram flagrados: Nicholas Santos, Vinícius Waked e Henrique Barbosa, o único dos quatro que não faz parte do projeto P.R.O. 16, idealizado por Cielo.
Apesar disso, o "Painel de Controle de Doping" instaurado pela CBDA nesta sexta, composto pelos médicos Eduardo de Rose, Sandra Soldan, Marcus Bernhoeft e Cláudio Cardone, "considerou o histórico dos atletas e o regulamento da Federação Internacional de Natação" para puni-los apenas com uma advertência.
Na manhã desta sexta-feira, Cielo e Nicholas Santos não foram ao treino, no Centro Olímpico do Ibirapuera, em São Paulo. Os atletas teriam alegado motivos pessoais pela ausência.
Veja a nota oficial:
"Os quatro atletas declinaram do direito de realização da amostra B. Os referidos atletas definiram com precisão como o diurético entrou no organismo, restando comprovado que não houve aumento dos seus desempenhos, fato que não ocorreu nesta competição.
O painel, dentro do espírito da legislção da Federação Internacional de Natação - FINA, notadamente na regra DC 10.4, optou por uma advertência aos quatro atletas uma vez que não foi identificada culpa ou negligência por parte dos mesmos no episódio.
De acordo com a regra DC 9 da FINA, os altetas perdem os resultados, prêmios, certificados e medalhas alcançados obtidos no Troféu Maria Lenk de Natação".
Cesar Cielo e mais três nadadores brasileiros são pegos no antidoping
Cesar Cielo e outros três nadadores brasileiros são flagrados no antidoping, mas terminam apenas 'advertidos'
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