Flaubi Farias/ON
Apesar de não ter realizado reunião na segunda-feira, a CPI dos Controladores considera que avançou em termos de informações. A próxima reunião está marcada para o dia 27 e vai ouvir o advogado e funcionário do município Rogério Sikora. Segundo o presidente da CPI, vereador Márcio Tassi, (PTB), Sikora teria participado da contagem dos veículos durante o contestado estudo técnico, e também da implantação do aditivo que aumentou o preço cobrado para a coleta de imagens de R$ 37,40 para R$ 40,81.
“Ele teve participação no aditivo, aquele que do nada foi de 37 para 40 reais com justificativas pífias, só para aumentar a arrecadação. Então nós queremos ouvir dele quem participou e quem mandou. Até agora nós não conseguimos ver e entender quem é que mandou fazer aquele aditivo. Um empurra para o outro e a gente não chega a nada. Então acho que ele vai ter essa informação de quem mandou fazer o aditivo, e por quê. Aquilo foi lesivo aos cofres públicos, pois resultou em pagar a mais antes de começar a operação”. Além de Sikora, outros três funcionários da prefeitura deverão ser ouvidos. Após a prefeitura dar sua versão, a empresa Kopp e, posteriormente, o secretário de Finanças, César Bilibio, também devem ser ouvidos.
Visitas
Para o mês de julho, depois dos depoimentos, a CPI está planejando o deslocamento para duas outras cidades que possuem o mesmo contrato com a Kopp. Rio do Sul, em Santa Catarina, e uma cidade gaúcha ainda não divulgada receberão a visita de dois membros, um vereador e um assessor. A função dos enviados será verificar os contratos dessas prefeituras com a empresa. Segundo informações recebidas pela CPI, os contratos são praticamente iguais.
CPI só vai tomar outro depoimento na próxima semana
Comissão também organiza visita para duas outras cidades que mantém contratos com a Kopp
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