Durante os meses de verão, as brasileiras são presenteadas com dias ensolarados e temperaturas acima de 30°C. Mas todo esse calor exige cuidados redobrados com a higiene, principalmente a íntima. A higienização evita as infecções por bactérias e fungos e melhora o ardor do local. De acordo com a médica ginecologista Adriane Camozzato Fonte, da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul (Sogirgs), é necessário higienizar o local mais vezes ao longo do dia. “Durante os meses de frio, lavar-se uma vez ao dia é o bastante, até mesmo para não prejudicar a proteção natural da pele. Já no período de calor, uma a três vezes de higienização íntima é o recomendado”, explica.
Durante os meses de verão, as brasileiras são presenteadas com dias ensolarados e temperaturas acima de 30°C. Mas todo esse calor exige cuidados redobrados com a higiene, principalmente a íntima. A higienização evita as infecções por bactérias e fungos e melhora o ardor do local. De acordo com a médica ginecologista Adriane Camozzato Fonte, da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul (Sogirgs), é necessário higienizar o local mais vezes ao longo do dia. “Durante os meses de frio, lavar-se uma vez ao dia é o bastante, até mesmo para não prejudicar a proteção natural da pele. Já no período de calor, uma a três vezes de higienização íntima é o recomendado”, explica.
A higiene íntima deve ser realizada com água e preferencialmente sabonetes hipoalergênicos e apropriados, minimizando as chances de ocorrerem alergias. É recomendada a utilização de sabonetes líquidos e com pH ácido, já que os sabonetes em barra costumam ser alcalinos e essa característica pode agredir a camada protetora da pele. “Os sabonetes para uso íntimo em geral são líquidos e especialmente formulados para não agredir a pele e as mucosas da área íntima. Devem ainda produzir pouca espuma, para que limpem o local suavemente sem remover sua camada protetora e acabar matando os microorganismos bons da pele”, explica Adriane.
O uso de absorventes internos também é mais comum no verão. A especialista afirma que não há problema em utilizá-lo, desde que se respeite o intervalo de troca adequado de quatro horas durante o dia. Já no turno da noite, o absorvente interno pode ser usado, mas há restrições. “Não há problema em dormir com o absorvente interno, desde que o tempo de uso não alcance um período superior a oito horas.”, afirma.
Roupas justas ou calcinhas de lycra também devem ser evitadas durante os meses de calor, pois aumentam o risco de aparecimento de alergias e coceiras. “Roupas muito justas ou de materiais sintéticos são prejudiciais à saúde íntima feminina, pois podem levar ao aparecimento de uma dermatite de contato. A irritação e falta de ventilação alteram o pH local criando um ambiente propício para o desenvolvimento de infecções ginecológicas”, alerta Adriane.