Longevidade pode ser cultural

Para neuropsicólogo qualquer pessoa pode adquirir uma consciência centenária

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Mário MartinezMário Martinez
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O neuropsicólogo Mário Martinez estará no Brasil em setembro para realizar workshops no Paraná, São Paulo e Bahia. O norte-americano é especialista no estudo de como crenças culturais afetam a saúde e longevidade. Ele é criador do método Biognitive que inter-relaciona mente e corpo com longevidade saudável. Nos eventos programados para o Brasil, pretende reunir médicos, psicólogos, sociólogos, antropólogos, fisioterapeutas e executivos, para expor comprovações científicas de como o cérebro interpreta crenças étnicas e as traduz para o sistema imune, endócrino e nervoso. A temática dos workshops, realizados em várias partes do mundo, está focada em mostrar, com base em evidências clínicas, que a longevidade é aprendida e não totalmente herdada, geneticamente falando, e que crenças naturais podem afetar a saúde, o cérebro e o sistema imune.

Pensamento e genética

Segundo o doutor Mário Martinez, o sistema imune de cada indivíduo responde com premissas culturais de como percebemos o mundo. “Tenho comprovado que o pensamento modifica a expressão genética. Quero mostrar que longevidade pode ser culturalmente aprendida e que qualquer pessoa, em qualquer idade, pode aprender a adquirir uma consciência centenária. As minhas pesquisas, por décadas, evidenciam que o sistema imune responde aos símbolos culturais, tornando-os expressões biológicas da consciência. As pessoas não são escravas dos seus genes e as doenças familiares não são sentenciadoras”, reforça Martinez ao defender o que ele chama de Linguagem da Ciência da Esperança.

SERVIÇO

Workshop: “A ciência da esperança, saúde e longevidade”

Londrina (20/09), Curitiba (22/09), São Paulo (23/09) e Salvador (25/09)

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