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Saúde


A atuação da fisioterapia na prevenção dos prolapsos genitais femininos

Publicada em: 25/11/2018 - 07:00

A atuação da fisioterapia na prevenção dos prolapsos genitais femininos

Crédito: Divulgação

O Prolapso de Órgão Pélvicos é uma condição frequente, que afeta 15% a 30% das mulheres com mais de 50 anos. Acredita-se que até os 80 anos, aproximadamente 11% das mulheres necessitarão cirurgia em decorrência desta condição.

  

A “bexiga caída” cientificamente chamada de cistocele é um tipo de prolapso genital que ocorre nas mulheres, e tem como fatores de risco: Menopausa, gestação, obesidade, tabagismo e exercícios com alto impacto. Geralmente são causadas pelo enfraquecimento da musculatura genital, e este enfraquecimento ocasiona a descida do órgão para a região vaginal.

   

As mulheres que possuem essa disfunção pélvica podem apresentar incontinência urinária, dor na relação sexual, sensação de pressão vaginal e aumento da frequência urinária. Podemos classificar a bexiga caída em graus. Primeiramente esta alteração costuma ser assintomática, porém quanto mais alto o grau, maior a movimentação do órgão.

   

O tratamento para bexiga caída e também demais tipos de prolapsos incluem mudança no estilo de vida, perda de peso, alimentação saúdavel.

    

Atualmente há dispositivos não cirurgicos que auxiliam no tratamento. Os Pessários são componentes de uso ginecológico produzidos com silicone e utilizados no tratamento conservador do prolapso uterino (útero caído), prolapso da vagina após remoção do útero, prolapso da bexiga (bexiga caída). Existem em diferentes modelos e tamanhos, cada um tendo indicação para cada tipo de prolapso.

   

Exercícios pélvicos são indicados para a prevenção e tratamento através de fisioterapia contínua. É possível evitar possíveis disfunções com o treino da musculatura perineal através de eletroterapia, biofeedback e cinesioterapia.

   

Os exercícios de kegel são indicados para as mulheres que apresentam queda de bexiga em graus mais leves ou musculatura do assoalho pélvico fraco, com poucos sintomas, e por isso a cirurgia não é indicada. Estes exercícios devem ser realizados diariamente para que tenham o efeito esperado e são muito eficientes quando realizados corretamente.

 

 

Thainá do Nascimento

Fisioterapeuta Pélvica

(54) 3601 1512

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