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Saúde


As vantagens da técnica endoscópica endonasal

Publicada em: 16/12/2018 - 14:00

As vantagens da técnica endoscópica endonasal

As vantagens da técnica endoscópica endonasal

Equipe neurocirúrgica

Crédito: Divulgação

Os procedimentos endoscópicos endonasais são realizados no Hospital de Clínicas de Passo Fundo desde 2014. Esta abordagem apresenta vantagens em relação ao método tradicional: além de menos invasivo, este procedimento permite melhor visualização do campo operatório. No Hospital de Clínicas esta intervenção cirúrgica é realizada em conjunto pelas equipes de neurocirurgia e otorrinolaringologia. “A equipe de cirurgia endoscópica endonasal é composta pela equipe neurocirúrgica do SNN (Serviço de Neurologia e Neurocirurgia), representada pelos neurocirurgiões Paulo Mesquita Filho e Leonardo Frighetto, pela equipe de otorrinolaringologia, representada por Fábio Pires Santos, além dos médicos residentes do Programa de Residência em Neurocirurgia.” destaca o neurocirurgião Dr. Paulo Mesquita Filho. Em novembro deste ano, a equipe completou a marca de cem procedimentos realizados através desta técnica cirúrgica. “A marca de 100 casos é muito significativa, pois traduz uma das maiores casuísticas do estado neste tipo de acesso cirúrgico”, avalia o neurocirurgião Paulo Mesquita Filho.


 
A técnica
O procedimento é realizado através da cavidade nasal, método considerado pouco invasivo, otimizando os resultados clínicos e reduzindo os riscos de danos neurológicos. “Os principais diferenciais do acesso endoscópico endonasal são a utilização de um corredor natural (cavidade nasal) para acessar a base do crânio, melhor visualização das estruturas no campo cirúrgico, menor tempo de recuperação pós-operatória e ausência de cicatriz externa.” O especialista explica sobre as situações em que o procedimento pode ser indicado. “As principais indicações do acesso endoscópico endonasal são tumores da base do crânio, principalmente as lesões de linha média. Dentre as principais enfermidades tratadas, temos os tumores da glândula hipófise, craniofaringiomas, metástases, tumores ósseos, displasia fibrosa, cordomas, condrossarcomas, além de processos inflamatórios relacionados à base do crânio”.

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