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Saúde


Doenças do sangue malignas podem ser confundidas com benignas

Publicada em: 06/01/2019 - 14:00

Entre os tipos da doença, destacam-se dois subtipos: micose fungóide, que representa 50% a 70% de todos os casos e a síndrome de Sézari

Doenças do sangue malignas podem ser confundidas com benignas

Crédito: Divulgação

Algumas lesões que aparecem na pele nem sempre se originam nela, como por exemplo o linfoma cutâneo de células T (LCCT), que se refere a um grupo de linfomas não Hodgkin que são derivados de linfócitos T, um tipo de glóbulo branco. Este tipo de linfoma ataca as células do sangue responsáveis pela defesa do organismo. Os sintomas, no entanto, costumam aparecer na pele como lesões semelhantes à de problemas menos graves ou mesmo confundido com algum tipo de alergia, inflamação entre outros.

 

A doença muitas vezes pode ter um difícil diagnóstico, porque pode ser confundida com outras doenças como: eczemas, dermatites e alergias. O LCCT representa menos de 1% de todos os tipos de neoplasias, a sua incidência anual é de um caso a cada cem mil habitantes no Ocidente, de acordo com a Organização Mundial da saúde.

 

Entre os tipos da doença, destacam-se dois subtipos: micose fungóide, que representa 50% a 70% de todos os casos e a síndrome de Sézari. São duas manifestações bem diferentes da mesma doença. A micose fungóide é a mais prevalente, tem evolução lenta e crônica.  A Doença de Sézari é mais agressiva, então o paciente corre mais risco de vida. Nestes tipos de doença, são muito importantes o trabalho do hematologista e do dermatologista em conjunto.

 

Essas doenças afetam a qualidade de vida do paciente, já que as lesões, mais comumente na micose fungóde aparecem na pele constantemente. A doença, por ser um tipo de linfoma, não é contagiosa, mas necessita um diagnóstico e tratamento adequado.

 

Pesquisa de Câncer de ovário

O Instituto do Câncer Hospital São Vicente realiza estudo para pacientes com câncer de ovário seroso de alto grau estágio III ou IV no máximo 120 dias entre o diagnóstico e a entrada no estudo. O estudo não inclui tratamento, apenas testagem de BRCA.

 

 

Dra. Moema Nenê Santos

Hematologista – Instituto do Câncer Hospital São Vicente

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